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A Hidroterapia é um tipo de fisioterapia, que utiliza exercícios na água para recuperar ou melhorar a performance de grupos musculares. É uma terapia bastante antiga, que nas últimas décadas sofreu um impulso maior devido a sua utilização sistemática, basicamente na recuperação de deficientes físicos, e em medicina esportiva.

A Hidroterapia Animal é usada há algum tempo, principalmente no treinamento de cavalos de esporte. Nos cães, seu uso tem se intensificado nos últimos anos, inclusive com maior fundamento, baseando-se nos trabalhos realizados em humanos. É crescente, também , o número de profissionais que indicam este tipo de terapia. A literatura, entretanto, apresenta praticamente nenhum trabalho sobre a hidroterapia em cães.

 
 

É preconizada em quase todos os problemas em que se procura um condicionamento ou recuperação da musculatura sem o trauma resultante do impacto causado pela corrida na estrutura esquelética. Incluem-se as artroses, patologias da coluna, tratamentos pós-cirúrgicos em ortopedia, e, principalmente, displasia coxo-femural. Na maior parte desses problemas, a hidroterapia é utilizada conjuntamente com outras terapias, inclusive a medicamentosa, mas como fisioterapia é considerada a melhor opção.

Em número de casos, a displasia coxo-femural é a patologia mais beneficiada pela hidroterapia. O aumento da musculatura da coxa, associado ao efeito anti-inflamatório causado pela vaso-dilatação devido à temperatura quente da água, melhoram a sintomatologia através do fortalecimento da articulação com diminuição sensível da dor e claudicação. Vale lembrar que não ocorre cura, e sim regressão apreciável dos sintomas pela estabilização articular e desaceleração do processo de artrose. Alguns animais apresentam grande melhora, com evidente correção de aprumos e total retorno às atividades físicas. O resultado do tratamento depende da idade, da compleição do cão e do grau de displasia. Animais jovens, com poucas lesões articulares e não obesos, obterão resultados mais rápidos e evidentes.

Deve ser salientado que o local onde os exercícios serão realizados é bastante importante. A piscina para hidroterapia precisa ser aquecida e coberta para permitir seu uso durante os períodos frios, em tratamentos longos ou crônicos. A água fria trará um efeito adverso ao esperado, e a friagem após o trabalho físico pode predispor a vários processos respiratórios, principalmente em animais recém-operados.

Algumas raças apreciam muito os exercícios na água. Cockers, poodles, labradores, são exemplos de cães que não precisam de nenhum estímulo adicional, mas outras mostram-se um pouco receosas, e é necessário acostumá-las com a imersão na água antes de iniciar o tratamento propriamente dito. A duração, freqüência e intensidade do tratamento são determinadas pelo animal, pelos tipo de lesão e pela recomendação do veterinário que acompanha o caso.

Renato B. Miracca - médico veterinário (CRMV SP 5195)

Hidroterapia no tratamento das lesões ortopédicas

Os exercícios na água são indicados para muitos pacientes com deficiência motora, pois diminui os efeitos da gravidade e portanto, reduz o estresse sobre as articulações, auxíliando no fortalecimento muscular, na liberdade de movimentos e melhora da função cardiorespiratória.

O tratamento na água é extremamente útil quando os pacientes tem grande número de músculos atrofiados. Caminhar na água por exemplo melhora o equilíbrio ,agilidade, coordenação, ao tempo que reduz o estresse sobre as articulações, fortalece a musculatura e induz ao relaxamento muscular.

A turbulência é outro recurso muito praticado , que é o movimento da água que ocorre de forma irregular e que forma redemoinhos que são visíveis ao nível da superfície da água, usada como uma resistência ao movimento e também como massagem local relaxando a musculatura do animal.

Os exercícios de flutuação são os mais comumente praticados na água. Podem ser auxiliados com o uso de bóias ou colete flutuador, dando confiança ao paciente e possibilitando mover suas articulações mais livremente e com menor esforço.


Os pacientes incapacitados são mais facilmente movimentados pelo profissional na água do que em terra firme. Deve ser feita em ambiente controlado e supervisionado, em piscinas de terapia, designadas para uso de pacientes caninos.

Água ao nível do jarrete, 91% do peso corpóreo

Água ao nível do cotovelo, 85% do peso corpóreo

Água ao nível coxofemural, 38% do peso corpóreo

Andréa Oliveira Mori, M.V.
Responsável pelo serviço de fisioterapia do Hospital Veterinário da Universidade de Guarulhos.
Diplomada em Fisioterapia Veterinária pela Sociedade Paulista de Medicina Veterinária Membro da ANFIVET (Associação Nacional de Fisioterapia Veterinária)

Informações sobre dimensão da piscina,cursos, tratamento de água da piscina. Sou veterinário e solicito mais outros dados. Obrigado - Hugo Kimura Maringá

Prezado Hugo,
as dimensões de piscina para cães podem variar, podendo ser desde um tanque com uma esteira semelhante a de cavalos a uma raia cumprida onde o animal pode ir se deslocando. Existem profissionais que constroem uma piscina pequena com 3 de circunferência e usam contendo o animal manualmente estando presente dentro da piscina.o tratamento da água é o tradicional de piscina, cloro e deve ser muito bem feito principalmente se o terapeuta entra na água juntamente com os animais.
quanto a cursos, não temos muito conhecimento que tenha algum curso específico. caso apareça algum informaremos no site.
Atenciosamente
Marcelo 

Fisioterapia Veterinária

Trabalho realizado por:
Thiago Martins Paticcié
E-mail: paticcie@hotmail.com / paticcie@pop.com.br

Acadêmicos do 8º período de
Fisioterapia da UNIPAC-JF.

Orientadora:
Paula Abruzzini de Moraes
Médica Veterinária

Resumo:

Este estudo vem pesquisar os benefícios, de forma sucinta e objetiva , de técnicas de Fisioterapia em animais de pequeno porte, os cachorros. Tudo a seguir vem sendo feito à título experimental, como uma colheta de dados e com fins de benefício para a área. Descrevendo assim 6(três) casos clínicos , nossa metodologia de trabalho, recursos terapêuticos e resultados.

Palavras chave:

Pesquisa; Fisioterapia; Veterinária; casos clínicos; resultados.


Introdução:

O autor vem através desta oportunidade divulgar um trabalho que vem se desenvolvendo a aproximadamente 1(um) e 5(cinco) meses. A pesquisa nasceu de uma brincadeira de fim de tarde para se tornar algo muito especial e sério para todos nós. No trabalho tem destaque alguns resultados que obtive, com isso espero obter o entendimento de todos já que as patologias que apresentaremos são de conhecimento cotidiano. Optei pela apresentação dos casos para que fique mais esclarecido como o trabalho esta sendo desenvolvido e comprovar se é possível adaptar a Fisioterapia em outras espécies.


Materiais e Métodos:

A pesquisa esta sendo realizada na Clínica Veterinária Jardim Glória, bairro Jardim Glória. Dispomos de uma piscina de aproximadamente 12x8m, sala com bancada de alumínio de 1,5mx40cm, ampla área para treino físico e de força, acompanhamento médico. Apresentaremos a seguir 2(dois) casos tratados e que obtiveram alguns resultados satisfatórios.



Relato de caso 1: Artrose coxo-femural

Começamos nossa pesquisa tratando de um pastor alemão, fêmea, 5 anos de idade, porte atlético e que interrompeu sua trajetória de participação em torneios e exposições, devido a um processo degenerativo da cabeça femural da pata traseira esquerda. Ela apresentava esclerose das margens acetabulares, diminuição da congruência articular(raios x), diminuição da irrigação da cabeça femural, membro ligeiramente rotado externamente, hipotrofia de todo membro, em especial o quadriceps, claudicando em marcha normal e trote e dificuldade de apoio e equilíbrio dinâmico e estático.

Tratamento:

Objetivos: Restabelecer a força muscular, melhorar a nutrição da cabeça femural, estabilizar o processo degenerativo, restaurar a marcha normal e trote, além de realizar um trabalho de ganho cardio-pulmonar.

Conduta:

Cinesioterapia: Alongamentos globais para MI, depois de analisado e estudado a anatomia e biomecânica da mesma. Mobilização articular, grau 3 e 4, com tração e deslizamentos seguindo a anatomia e biomecânica do animal.

Hidroterapia: 20 min., 3x por semana, com e sem resistência. Esse tempo chegou a quase 30 min nas últimas sessões.


Resultados:

Após 19 sessões o resultado foi espetacular. Além de ganhar a massa muscular que tanto desejávamos, tambem foi notado melhora da marcha, um desenvolvimento peitoral incrível, além de melhora da capacidade cardio-pulmonar. Passou a ser mais dócil e obediente ao dono. Não claudicava e não tirava a pata em curvas quando em trote.



Relato de caso 2: Obesidade

Este caso chegou até nós e nos fez acreditar ainda mais na pesquisa. Uma fêmea da raça Beagle, 4 anos de idade, estava 11 KG acima do peso e isso estava lhe trazendo sérias conseqüências, como perda da capacidade aeróbia, cansaço a mínimos esforços e em repouso, e a principal queixa, hipotrofia de membro posterior direito devido a mau posicionamento e excesso de peso na articulação , além da perda de uma característica marcante da raça, o instinto à caça.

Tratamento:

Objetivos: Perda de massa gorda, restauração de massa muscular, aumento da capacidade aeróbia.

Conduta:

Cinesioterapia: Alongamentos globais para MI direito afetado. Mobilização articular grau 3 e 4, respeitando os parâmetros já citados anteriormente.

Reabilitação e capacitação das variáveis cardio-pulmonares através de caminhadas e corridas por toda extensão da clínica, subindo e descendo escadas e pequenos morros.
Hidroterapia: 12min., 3x por semana.

Resultados:

Após 6 sessões ela ainda encontra-se em tratamento, mas alguns resultados já são visíveis, como por exemplo a diminuição do cansaço em repouso, melhora da marcha(observado pelo proprietário), perda de 2 KG de massa gorda e maior tranqüilidade.



Relato de caso 3: Sinostose ou anquilose de quadril

Este caso é também muito interessante. Sinostose é a soldadura de uma articulação do quadril, o que nos chamamos de anquilose de uma maneira geral, eles especificam por regiões do corpo. O caso em questão é de uma Yorkshire fêmea de 4 anos de idade, com história de trauma, porém a proprietária não se recorda quando e como aconteceu. Ela apresenta anquilose da articulação coxo-femural direita, hipotrofia do membro, principalmente musculatura interna de coxa. Dificuldade, segundo a proprietária, de brincar com as galinhas em apoio bipodal, dor que aumenta com o frio e perda de confiança na pata.

Tratamento:

Objetivos: Restaurar a condição muscular, diminuir as dores, aumentar a estabilização articular e proprioceptiva e oferecer condições de convívio com a atual situação.

Conduta:

Mobilização articular grau 2,3 nas articulações não afetadas do membro, seguindo os parâmetros de realização.

Alongamentos globais para MMII, seguindo os parâmetros.

Treino proprioceptivo, em apoio bipodal, com as patas dianteiras sustentadas pelo terapeuta, mantém o apoio simples por 30 (trinta) segundos, e realiza pequenos passos em modo bipodal.

Exercício físico antecedente à hidroterapia, 5 (cinco) minutos de caminhada e trote, com intuito de aquecimento muscular e preparação artrocinemática.
Hidroterapia: 7 (sete) minutos, 2x por semana.


Resultados:

Após 14 sessões ela ainda esta em tratamento. A melhora é visível não só para nós, como para os proprietários, que nos relataram uma melhora significativa na marcha e trote.

O membro voltou a dar sinais de hipertrofia, a musculatura ganhou tônus e ela já não reclama tanto de dores, porem ela ainda existe e deve perpetuar por um tempo, salvo o quadro em que se encontra.

As brincadeiras com as galinhas, tão querida pela família, voltaram a acontecer e de modo satisfatório, depois de iniciada a pesquisa, ela passou a estar sempre em alerta e alegre para desenvolver sua atividades lúdicas.



Relato de caso 4: Luxação da articulação Úmero – Ulnar

Outro caso bem interessante. Uma cadela da raça Poodle, caiu do 3º andar do predio em que vive com os proprietários. Chegou até nós com dores generalizadas e sem apoiar o MAD(membro anterior direito). A principio ficou a suspeita de fratura de úmero. Feito o raios x, ficou constatado a luxação da articulação do cotovelo. Foi realizado então a redução fechada com imobilização. Retirada a tala, o animal apresentava pouca movimentação com perda de massa muscular considerável.

Tratamento:

Objetivos: Restaurar a condição muscular normal, restabelecer a marcha, melhorar a percepção sinestésica, restaurar a propriocepção articular e muscular e devolver a confiança.

Conduta:

Cinesioterapia: Alongamentos globais para MMAA e MMPP, treino de marcha em apoio bipodal dianteiro e marcha normal. A marcha foi treinada em terrenos irregulares como grama, areia e pedra com finalidade de restabelecer a marcha normal, dar estímulos proprioceptivos e sinestésicos e retornar a ela a confiança perdida com a imobilização.

Mobilização articular grau 3 e 4 em articulação gleno – umeral, com finalidade biomecânica de melhora de marcha.

Hidroterapia: 12 min., 2x semana

Resultados:

O animal reagiu muito bem a Fisioterapia. Após 12 sessões já apresentava marcha quase restaurada, a massa muscular que havia sido perdida já dava sinais de melhora pois a mesma andava e corria pela clínica sem dificuldade, salvo alguns momentos de falta de confiança. O proprietário nos relatou maior disposição em casa, na rua quando saia para passear e que não reclamava mais à noite de dor. Após 16 sessões o animal teve alta da Fisioterapia por estar completamente curada. Marcha normal, Confiança restaurada e a antiga massa muscular restabelecida.



Relato de caso 5: Luxação patelar

Um caso bem comum em consultórios de Fisioterapia, esse animal chegou até nós com muitas dores e dificuldade de marcha normal e trote. Não apresentava perda de massa muscular e era bem ativa.

A luxação patelar pode Ter origem em vários fatores. Esse caso descobrimos através de palpação e exame físico que o mio vasto medial estava superprogramado e então gerava um desvio da patela para o seu lado.

Tratamento:

Objetivos: Desprogramar o mio vasto medial e fortalecer de forma específica o mio vasto lateral

Conduta:

Cinesioterapia: Alongamento de toda cadeia adutora medial, respeitando os parâmetros de origem e inserção, previamente estudados.

Liberação tendinosa de tensão com massoterapia no tendão patelar.

Massoterapia localizada no mio vasto medial por 7 minutos.

Hidroterapia: 20 min., 3x semana


Resultados:

Antes da patologia ele tinha o hábito de brincar com as galinhas da proprietária, ficando assim em apoio bipodal posterior, apoiado no galinheiro, e com as dores não conseguia mais faze-lo, ficando incapaz também de correr como antes o fazia. Após 14 sessões o resultado foi surpreendente. A patela estabilizou bilateralmente, ele ganhou hipertrofia muscular com a natação e o mio vasto medial estava menos contraturado.



Relato de caso 6: Desvio ósseo em articulação tibio-tarciana

Este caso intrigou à todos na clínica. Esta fêmea, pastor canadense, 7 meses, chegou até nós com rotação externa na articulação tibio-tarciana, porém os raios x não apontavam nenhuma alteração em fêmur e acetábulo, tibia e fíbula normais, porém com alteração na densidade óssea. Depois de muito estudarmos o caso, chegamos à conclusão que poderia Ter sido um problema de mau posicionamento intra-uterino, onde os mios fibulares, que nos cães exercem a mesma função que em nós, estavam rotando a articulação tibio-tarciana externamente por superprogramação e posicionamento vicioso e alterando a biomecanica do animal. O animal não apresentava perda de massa muscular, porém não conseguia ficar em apoio bipodal posterior pôr alguns segundos.

Tratamento:

Objetivos: Pensamos em fazer uma bandagem funcional e coloca-la para nadar, porem ficamos cautelosos em relação às epífises férteis, que poderiam sofrer alterações e agravar ainda mais o caso. Focamos o trabalho então em melhorar o alongamento de toda cadeia extensora e flexora, relaxar e eliminar as contraturas nos mios fibulares e fortalecer todo membro posterior com natação. Não realizamos mobilização articular e nenhuma forma de calor devido às epífises férteis.

Conduta:

Cinesioterapia: Alongamentos de cadeia extensora e flexora, adutora e abdutora.
Massoterapia: Utilizamos o Tui-Na, tipo de massagem chinesa, para tentar aliviar e desprogramar os mios fibulares.

Hidroterapia: 15 a 20 min., 3x semana.

Resultados:

Após 8 sessões, ficamos surpreendidos com os resultados. O animal passou a marchar melhor, fazendo flexão e extensão dos membros posteriores ao invés de jogar os membros um de cada vez, assim como um cão displásico. Começou a adquirir hipertrofia, tanto anterior quanto posterior, dos membros. Além disso o proprietário nos relatou que ela estava mais ativa, corria mais e brincava mais com sua filha, o que nos dava sinal de que ela sentia menos dores.



Conclusão:

A pesquisa vem mostrando resultados satisfatórios. Lembrando que todos os casos citados acima apresentaram melhora gradual enquanto estavam em tratamento contínuo. Assim como nos humanos, a Fisioterapia deve ser feita de forma séria e sem interrupções, para que tudo aquilo que foi ganho, não seja perdido. A Fisioterapia Veterinária deve continuar a ser estudada pois nos dá chance de ampliar nossos horizontes e melhorar nossa técnicas. Para nós a Fisioterapia, antes de ser uma ciência, é uma arte, e como toda arte é preciso apenas uma coisa para transforma-la em realidade: criatividade.

Fica então o recado, a equipe interdisciplinar é o futuro da saúde, em qualquer espécie.

 

 

 

 
 
 
 

 

7

 

 

Este sistema fornece um ambiente controlado muito eficaz para melhorar a resistência, a circulação, a força, flexibilidade, postura e marcha.

Cavalos recuperam de lesões na perna ou pé que normalmente exigem muitas horas de caminhada O movimento pode ser exercido sobre a água rolante e reconquistar aptidão significativamente em menos tempo.

A caminhada na esteira na água atua em músculos, ligamentos e tendões assim como na forma terrestre, mas o exercício da água reduz a capacidade de sustentação de peso sobre as pernas de forma a não manter o pleno impacto produzindo estresse como em solo.

O nível da água é ajustável e o peso corporal pode ser reduzida em até 60% quando a câmara é cheia de de água e com o cavalo. Neste caso a água é muito útil para a reabilitação, no caso de lesões nas pernas o animal pode ser gradualmente introduzido  ao  peso pleno e tendo um impacto progressivo em ambiente controlado.

A musculatura é obrigada a trabalhar mais na água, criando um exercício muito mais intensso do que se desloca-se no mesmo ritmo em terra.

Conseguir uma maior taxa de esforço, enquanto se deslocam a um ritmo mais lento combinado com peso reduzido, significa que o cavalo pode trabalhado  intensamente sem ser sobrecarregado. Uma sessão de 30 minutos andando na esteira na água pode ser tão eficaz como a 1 hora de exercício equivalente em terra em um ritmo muito mais rápido.

Cavalos saudáveis podem melhorar a aptidão cardiovascular, força e flexibilidade, minimizando o stress e tensões

Para cavalos que precisam perder peso, o rolamento da esteira pode ser acelerado de forma segura, criando mais força e resistencia.

Cavalos com ferimentos relativamente pequenos podem continuar a se exercitar sem perder valiosos ganho de musculatura.

Cavalos que se recuperam de lesões mais graves podem ser gradualmente e com segurança preparado para a regressar os movimentos na terra.

A água também é muito útil para melhorar postura e marcha, uma vez que incentiva os cavalos a passadas longas e baixas e também obriga o aumento da força muscular e flexibilidade nos ombros, costas e traseiros.
 

 

 
 
 
 

O jardim zoológico americano trata animais selvagens à hidroterapia, junto com seus instrutores.

Um jardim zoológico em América está abrindo caminho um formulário incomun do exercício para seus animais e seus instrutores. Ir para uma nadada. Junto.

Os tigres no instituto da espécie extremamente psta em perigo e rara (tigres), na praia de Myrtle, South Carolina, são ensinados nadar com seus instrutores de uma idade adiantada em uma associação especialmente projetada.

 

Os “tigres têm um desejo natural e habilidade de nadar, excedendo isso de todos os gatos grandes restantes,” disse Bhagavan Antle, diretor dos tigres, que treinou mais de 350 gatos grandes em sua carreira. “Modificaram o webbing entre seus dedos do pé e aquele faz seus pés como aletas. São nadadores superiores.”

O Dr. Antle adicionou: Os “povos pensam frequentemente que é perigoso começ tão próximo aos animais selvagens como estes, mas os alimentadores aqui em tigres foram com estes animais desde que eram filhotes e desenvolveram uma amizade especial.”

 

 

 

Laura Dixon