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Uma sessão de Watsu
O Watsu é feito na confiança. Começa com um processo de entrar num profundo grau de confiança. O cuidado e a eficácia que você introduz verbalmente demonstram seu profissionalismo. Isso inspira confiança.   

 

a) Começando na parede
   O cliente encosta suas costas na parede. Deixando claro que a seção termina na mesma posição, você estabelece uma ancora tátil.

 

A extensão e grau de intimidade da troca verbal neste ponto podem resultar num efeito sincronizante.  

b) Entregando-se a água
  Usando uma linguagem apropriada, numa indução verbal dá-se a continuidade a confiança. A linguagem que sai sem controle oferece escolhas e mostra que o respeito levará a uma melhor experiência pessoal no Watsu. A indução verbal procede de uma maneira que evoca relaxamento interno, dando poder ao cliente e estabelecendo uma maneira subliminar que o Watsu não é algo feito “para’’, mas uma experiência de” escolha interior “.


Um sentido de harmonia de um para com o outro nasce quando respiram juntos. O Watsu fornece um ambiente transpessoal e seguro.


Como o terapeuta e o cliente ficam face a face, seus ombros e quadris, naturalmente assumem o que é chamado de posição de descanso. Os abdutores das articulações do ombro flexionam levemente e giram internamente. A coxa flexiona, abduz e gira levemente fora do encaixe do quadril. Em ambas as articulações, os músculos e ligamentos ao redor relaxam ao máximo. No quadril, o fêmur se encaixa confortavelmente dentro do acetábulo.

Essa posição pertence ao Tai Chi e Chi Kung, e é a postura básica para o terapeuta de Watsu. É a “Postura do Cavalo”.

Afundado até o nível da sétima vértebra cervical (C7), apenas 10% do peso do corpo será suportado pelas pernas. Com o tronco levemente flexionado para frente, esta é a posição mais relaxada para o corpo enquanto estiver de pé.


Quando o cliente se foca na velocidade da respiração, esta tende a se aprofundar e diminuir, levando a um relaxamento.
Iniciando a Flutuação - ênfase na aproximação e apoio ao cliente, a pessoa.
Apoios
   1 - Joelho - Quadril
   2 - Cotovelo - Occipital
   3 - Dorso da mão ou Antebraço - sacro (deslocamento para trás

Sessão I -  A Dança da Respiração na Água

 Na transição para a horizontal é vital que a curva do cotovelo permaneça firmemente em contato com a nuca (occipital), e que o movimento de deitar na água seja seguro. A razão para esse cuidado é que há dois reflexos infantis (o reflexo de Moro e o reflexo de sobressalto) ativados pela repentina perda de apoio pela cabeça.

Embora ele não seja aparentemente atingido e novamente experimentado no Watsu, é de se presumir que um medo subliminar e uma conseqüente desconfiança possam sobrevir de um mau manuseio da cabeça, principalmente mais tarde, em uma sessão em que se chega a um nível mais profundo de vulnerabilidade.


 (Moshe Feldenkrais, autor de Consciência através dos Movimentos e fundador do Método Feldenkrais, coloca que o mesmo reflexo de sobressalto é mecânico, gerando um avanço nos desalinha mentos de postura e perturbações na respiração).
- A posição horizontal do corpo é para descanso, receptividade, relaxamento da musculatura e circulação equilibrada, uma posição na qual estamos livres para embarcar em uma viagem interior. A posição horizontal favorece o Ser, enquanto a vertical é para o fazer.


- Quando o parceiro sente o seu toque pela primeira vez e experiência o seu apoio e a sensibilidade com a qual você segue a respiração, sua credibilidade fica estabelecida, abrindo o caminho para um maior relaxamento.
- Uma transição acontece de uma auto-responsabilidade e independência para uma dependência em relação ao outro. Essa é uma viagem de retorno e leva tempo.

 

A respeito de relaxamento na água: "Uma das primeiras teorias de James McMillan (o criador do método Halliwick), sugere que a água morna não é inteiramente responsável pela diminuição do tônus muscular, sempre observada em clientes de reabilitação aquática. Esta noção foi apoiada pela pesquisa aeroespacial. Pelo contrário, o tônus é influenciado pela energia proprioceptiva, estimulada pelas forças gravitacionais. Em outras palavras, o tônus é uma função de peso. Quando uma pessoa é imersa em uma água acima do nível de T11 (vértebra torácica 11), ou fica na água na posição horizontal, a força da gravidade é neutralizada. Os sistemas sensoriais táteis são então, utilizados para monitorar a posição do corpo e do movimento. Depois que os efeitos do peso (força gravitacional), forem neutralizados em 15 minutos de imersão, o tônus de uma pessoa decai automaticamente. Esta mudança de tônus pode também ser percebida em até uma hora e meia após se deixar a piscina".


- Das doze vértebras torácicas até os quadris, há uma cadeia de articulações interligadas, na qual, a compensação através da pélvis e da lombar, facilita os movimentos da perna em todas as direções. Os fortes ligamentos Y que atravessam a parte frontal da pélvis exigem que apoiemos embaixo do sacro, com receio de que o peso das pernas incline a pélvis para frente e hiperextenda a parte inferior da coluna. Mesmo sendo apoiados sob o sacro, os clientes apresentam uma certa tendência de proteger a parte inferior das costas contraindo os músculos abdominais.


- As articulações intervertebrais e os músculos ao longo da coluna normalmente se apóiam e se estabilizam dentro do campo gravitacional. Durante os movimentos de onda, em um estado de flutuação passiva, os proprioceptores nessas estruturas enviam ao cérebro uma mensagem bem diferente, "Eu sou flexível".


- A descompressão da articulação ocorre pelo corpo todo, devido a menor presença da gravidade e da redução da contração muscular. As mensagens que o cérebro recebe através dos proprioceptores quando a coluna é ondulada são, virtualmente, afirmações. A mente aprende: "Eu sou livre".

Oferecendo Lento - Este movimento consiste em se deslocar com o corpo do recebedor em 45 graus para um lado e 45 graus para o outro, permitindo que a massa de água faça a dissociação do quadril, quebrando a rigidez desta região. Deve-se lembrar de esperar o fluxo de água normalizar-se para empreender o próximo movimento. Empurramos com o pé da frente provocando um deslocamento para trás, quando chegamos ao ponto zero, viramos 45 graus para o outro lado e oferecemos. Novamente esperamos o fluxo de água cessar e realizamos o mesmo movimento.

 

Liberando a Coluna.

Neste movimento, a espinha dorsal pode sentir sua própria flexibilidade e plasticidade em uma inclinação lateral, a qual é iniciada alternadamente em um dos dois pólos da espinha: no sacro e depois na cabeça. Trata-se de um aviso para quem está recebendo, “pode se soltar e se entregar”. Movimentam-se os braços para frente inicialmente lentamente, dando mais velocidade e ritmo aos poucos, sentindo o limite de rigidez do corpo trabalhado. Aos poucos, aumentamos a velocidade e ritmo, porém, com moderação neste momento inicial. O objetivo é provocar uma leve rotação da coluna, consequentemente, seu desbloqueio.

 

Oferecendo um perna - Inicialmente executamos uma tração da cervical com o braço de apoio da cabeça e capturamos a perna de dentro (mais próxima) e continuamos com o movimento de oferecer.  

 

 

 

 

Oferecendo duas pernas -
Apenas trocamos o apoio de uma perna para as duas e continuamos o movimento de oferecer.

 

 

 

 

Sanfona - Na posição Braços Abertos, neste ciclo de movimentos, apoiando em baixo do occipital e dos joelhos, não é necessário nenhuma contração muscular. Foi criado um espaço para uma liberação física completa. Essa posição aproxima a posição fisiológica do ombro e quadril já familiar na Dança da Respiração. A posição dobrada da Sanfona é uma das mais fortes, psicologicamente, no Watsu. As razões são:

As mães por todo o mundo tendem a carregar seus filhos com a cabeça próxima ao peito, do lado esquerdo, mais próximo do coração;Não apenas é uma posição que causa uma regressão à infância, mas também o cliente percebe que é facilmente carregado como quando ele era pequenino;Crianças de colo são tipicamente seguradas nessa posição, com o braço ao redor do corpo dos pais;

Com os joelhos levados ao peito, a posição fetal é duplicada, uma posição de segurança primária, na qual muitos de nós ainda dormimos.

            A Sanfona é o primeiro de muitos ciclos de movimentos do Watsu no qual o corpo alterna entre uma posição arredondada e uma oblíqua. Brincando de yin e de yan. A importância psicológica disto é profunda: a segurança da postura fechada, arredondada e a liberdade da aberta fluem e coexistem. Elas não são nem separadas nem opostas, mas parte de um processo contínuo.        No início e no fim da Sanfona, a nossa respiração e a do cliente se coordenam claramente com o movimento. De acordo com o Chi Kung e a tradição do Yoga, isso expande o Chi ou o prana no corpo. A respiração combinada ao movimento é uma característica chave do Watsu e de muitos outros trabalhos corporais e métodos de movimento.
Cinco Fatores associam o Watsu com o estado fetal:

O ambiente aquoso (similar ao fluido amniótico);O calor;O movimento;O estado de passividade;

A qualidade do som centralizado (pelo fato da velocidade na qual o som viaja pela água ser maior do que através do ar, o tempo de audição, através da qual é sentida a direção do som é retardado).

            Os movimentos ocorrem novamente e se repetem na seqüência. Essa nova ocorrência da Sanfona e de outros movimentos básicos por todo o Fluxo Básico fornece uma familiaridade confortante, da qual surge uma nova; a repetição de qualquer movimento dá oportunidades múltiplas de deixar acontecer.
            Os eretores da coluna e os músculos dos glúteos se alongam neste movimento. Devido ao volume desses músculos, o que pode ser tomado como resistência, é na realidade, um tônus natural do maior número de fibras. É adequado, portanto, usar mais força do que a usual, ao trazer os joelhos para o peito. A inclinação da parte posterior dos quadris na posição dobrada inverte a lordose lombar, alongando aquela área. Os joelhos dobrados permitem uma maior flexão de quadril. Muitos alongamentos no Watsu são feitos com os joelhos dobrados para permitir que a coxa flexione-se para frente. Neste caso, os tendões da fossa poplítea (de trás dos joelhos) não se alongam como o fariam, se os joelhos estivessem estendidos. A maneira como os tendões passam sobre o volume posterior dos côndilos femorais é responsável por este efeito.

 

Sanfona Rotativa - O movimento é iniciado em direção a 45 graus. A rigidez dos quadris é quebrada neste movimento que produz uma diminuição de tônus muscular, naturalmente. Quando vamos com as pernas na direção da cabeça, jogamos levemente nosso corpo sobre quem recebe e na volta, abrimos um pouco, jogando nosso corpo um pouco para trás. Movimentamos sempre as pernas em giro, mas favorecendo o desvio para 45 graus em direção a cabeça. Somando-se a flexão de coluna e quadris, a coluna sofre um leve alongamento de contra-rotação, uma vez que se dissocia a cintura escapular da cintura pélvica. Os músculos alongados são os do grupo dos transversos, os eretores da coluna, os abdutores dos quadris, os grandes glúteos, os rotadores laterais profundos e os oblíquos.

 

Rotação da Perna de Dentro - Continuamos com a mesma mecânica do movimento anterior, com a diferença apenas de soltar a perna de fora no momento em que estamos indo na direção da cabeça, sempre com as pernas fechadas. Devemos fazer a transição suavemente. Neste movimento, as pernas ou relaxam e se abrem ou são seguradas juntas pelos abdutores. As mulheres mantêm suas pernas juntas mais do que os homens. Quando isto acontece, podemos presumir que não se sentem seguras com as pernas abertas. Como tal, pode ser um indicador de problemas relacionados à sexualidade ou segurança, ou ainda uma educação sexual conservadora. Para conduzirmos a sessão de maneira confortável, devemos prestar atenção no momento ideal para trabalharmos a abertura deste membro. Podemos soltar a perna de fora e ficarmos apenas com a perna de dentro em nosso braço ao ir em direção da cabeça. Ao voltarmos, realizamos um movimento suave e de pequena amplitude, logo de início.


           
Rotação da Perna de Fora - Continuamos com a mesma mecânica de movimento, apenas soltamos a perna de dentro e damos suporte para a perna de fora com a região do meio do braço, evitando tocar com as mãos. A perna de fora é alternadamente abduzida na rotação em direção a cabeça, então flexionada e aduzida na rotação em direção aos pés. A perna de dentro fica sujeita a pouca abdução, sendo estendida pela resistência da água.

 

 

 

Perna de fora no ombro.
Apertar braço com respiração

            Voltados a 45 graus, começamos com o movimento do corpo para frente e para trás, conforme a respiração, e pressionamos primeiramente o braço em três pontos e depois o antebraço, também em três pontos. As pressões acontecem sempre quando o corpo é jogado para trás.Mão no ponto mestre do coração.
Procurar capturar a mão com apenas um toque, indo diretamente no ponto mestre do coração, que se situa exatamente no meio da mão, tentando sentir a batida do coração, colocando toda a sua atenção neste ponto, como se este fosse o centro do universo.

 

 

Puxando o braço - Seguramos o punho, oferecemos o corpo em 90 graus e realizamos um grande giro de 180 graus puxando suavemente até que possamos dar apoio a cabeça com nossa mão. Então, soltamos a perna que está no ombro dando apoio atrás dos joelhos de uma forma confortável, preferencialmente dando apoio com as partes mais suaves das mãos.

 

 

 

 

Pêndulo (perna de fora) - Com a cabeça na mão e a eminência tenar e hipotenar (parte fofa da mão), na fossa poplítea (atrás do joelho), deixamos as pernas na posição do guerreiro. Transferimos o peso de uma perna para outra, promovendo uma rotação suave na coluna de quem recebe. Entre uma transferência e outra, esperamos o ponto zero para retornar.
                       

 

 

 


Empurrar ao redor - Realizamos um movimento de pêndulo longo e fechamos o corpo com o joelho na direção da cabeça, fazendo um giro suave de 210 graus, passamos a cabeça em frente e apoiamos ela no ombro oposto.

 

 

 

 

Cabeça no Ombro.
Balanço braço perna
- Continuamos com o apoio na perna e passamos o outro apoio para o braço. Fazemos pequenas trações no braço, dando frouxidão a perna. Depois realizamos o inverso, puxando a perna e dando frouxidão ao apoio do braço, transferindo o peso em giros de 45 graus para um lado e 45 graus para o outro lado.

 

 

 

Joelho ao Tórax - Neste movimento, iremos segurar o membro inferior deixando os cotovelos por cima dos ombros de quem recebe, trabalhando a extensão dos ombros. Para sairmos deste movimento, simplesmente pegamos a cabeça, assim, nos posicionando do outro lado.
Esta forte flexão do quadril trabalha a musculatura do quadril e da região lombar. Podemos nos posicionar em pé se quisermos potencializar a amplitude do movimento.

 

 

Repetir sessão I no outro lado.

 

Sessão II


Oferecendo Forte -  Movimento semelhante ao oferecendo, diferente apenas na intensidade do movimento, que deve ser forte o suficiente para que o corpo escorregue, em determinado momento, para que possamos realizar o oito.

 

 

 

 

Oito - No oito, damos apoio a cabeça com a palma da mão e empurramos o quadril para longe. Quando a coluna estiver alinhada, podemos puxar e realizar a mesma dinâmica para o outro lado. Existe uma variação, se o tamanho da piscina permitir, onde podemos dar dois passos rápidos e laterais, tracionando a cabeça e assim alongando a coluna contra a resistência da água.

 

 

 

Vôo Livre - Após o oito, posicionamos nossa mão abaixo da cabeça e puxamos o braço novamente pelo punho, girando em torno de nós mesmos, dando apoio com nosso antebraço nas costas.

 

 

 

 

Esterno-Sacro - Após o vôo livre, giramos o suficiente para o corpo pegar velocidade e deixamos que o braço se enrole em trono de nosso pescoço, damos um apoio no sacro e outro no externo. Vamos da posição dos pés de 90 a 80 graus, nos movimentando apenas 10 graus.

 

 

 


           
Alongando a Coluna - Novamente estamos aumentando os espaços intervertebrais. Desta vez, posicionamos em arqueiro. Uma mão segurando o occipital e a outra no sacro, com os dedos direcionados para a cabeça, mandemos a tração durante alguns instantes, parado no mesmo local.

 

 

 

 

Ondulando a Coluna (Garçom) - É uma onda com uma oscilação bem mais rápida e de menor amplitude.
            Quando você estabiliza a cabeça e gera a onda abaixo da pélvis, as articulações do quadril e as regiões lombares e torácicas são muito afetadas.
            Podemos fazer com que toda a coluna se ondule e ao mesmo tempo giramos, dando apoio em nosso ombro.

 

 

 

Braço na Frente - Após os movimentos de ondular a coluna, posicionamos o braço à frente.

 

 

 

 

 

Quieto - Com uma mão no occipital e a outra no sacro, sustentar o corpo do cliente, permanecendo quieto até que as ondas da piscina se acalmem.
            Essa posição da mão é usada no Equilíbrio da Polaridade para aumentar o fluido de energia longitudinal do corpo. No Watsu, isso pode ter este efeito também, quando é mantido um tempo suficiente e administrado com a intenção de manter a energia.
            O tempo gasto no repouso é um contraponto ao movimento precedente.
            Movimento e repouso devem ser balanceados no Watsu. Quando mantido em repouso absoluto, o volume de estímulo sensorial que chega é bastante reduzido, dando ao Sistema Nervoso, descanso e tempo para assimilar. Ao invés de focar na energia sensorial, a atenção fica voltada para si. O movimento que surge da tranqüilidade, desaparece com ela. A tranqüilidade existe dentro de cada movimento. No repouso, o movimento continua internamente a níveis sutis no físico, emocional e mental.

 

Acompanhar movimentos - Com uma mão no occipital e a outra no sacro, iniciar com movimentos de pequena amplitude e, gradualmente, ir aumentando sua intensidade. Tente observar quais os movimentos que o corpo do cliente está pedindo para você realizar.

 

 

 

 

Algas - Na primeira vez que realizamos este movimento, o apoio é no ombro esquerdo. Na segunda vez, no direito. Posicionamos as mãos nos quadris e a coluna é gentilmente inclinada lateralmente. O movimento vai de 45 graus a 45 graus.

 

 

 

 

Braço para Trás - Esta é uma transição que se torna um movimento. Temos como apoio a parte interna da perna e o tórax atrás do coração. Giramos em semicírculo, esperando que o braço de dentro posicione-se favoravelmente a ser colocado para trás, apenas devido a resistência da água. Quando isto acontecer, posicione-se na primeira posição.
                                  

 

 


 Repetir sessão II do outro lado.
          

  Sessão III


Sela de Lado - Após terminar as algas do segundo lado, pegue a cabeça com sua mão direita e vá fechando o corpo em uma posição de colo, dirigindo-se à parede, Apóie a parte de trás dos joelhos em sua coxa esquerda e a cabeça em seu peito, aninhando em seu colo.
Este embalo em qualquer das variantes, leva consigo a associação da infância de sentar no colo dos pais. Não importa se tivemos ou não esta experiência; se tivemos algumas vezes, mas não o suficiente, ou tivemos o suficiente e gostamos; sempre fica um sentimento de esperar sermos movimentados quando estamos lá

 

 

Sanduíche - Saindo da sela de lado, damos apoio na perna de fora, pegando por cima e soltamos a perna de dentro em nosso colo, através de um pequeno giro. Quando na posição, trabalhamos uma massagem suave na face e na articulação temporo-mandibular (ATM)
A continuidade rítmica das laterais balançando é um calmante para os clientes que se permitem serem passivos, cuidados e abraçados.

 

 

 

Levantar a cabeça - Pegamos a cabeça com cuidado e seguramente, assim, levantamos em tração.
A tração vertical do pescoço combinada com o balanço das laterais em progresso, modula este alongamento, aumentando seu efeito.

 

 

 

Sanduíche (outro lado) - Passamos para o segundo lado e fazemos a mesma rotina do sanduíche anterior.

 

 

 

 

Acompanhar Movimento - Saímos do sanduíche pegando a perna de dentro, flexionando e retirando-se do meio dos membros inferiores. Com apoio nos quadris e cabeça começamos com movimentos pequenos e aumentamos aos poucos, explorando ao máximo e verificando a soltura corporal e liberdade na água que conseguimos com o trabalho.

 

 

 

Ninar Coração - Dando um toque suave com o meio de nossa mão no coração e dando suporte na perna de dentro, nos movimentamos em direção a cabeça suavemente, durante a expiração.
Nestes balanços, toma-se consciência do centro de sentimento: aqueles de criação e equilíbrio. Focando menos na pressão do que ouvindo o corpo-mente, você leva o cliente a um nível sutil de consciência quando a sessão termina.

 

 

 

Encerramento - Tracionamos a cabeça com nossa pegada triangular e verticalizamos colocando em pé, com um bom apoio. Verificamos se as pernas estão bem posicionadas, se os Quadris estão bem apoiados na parede, se o equilíbrio está voltando aos poucos e se o pescoço pode sustentar a cabeça por si só içar na vertical significa reentrar no mundo. A energia será logo direcionada para fora, para a relação e operação. Levando um tempo no centro, para balançar com a cabeça do cliente no peito, facilita a transição. Quando as costas tocam a parede, agora não choca tanto.
              


Afastar a Mão.
Esta sustentação do coração, terceiro olho e chakra da cabeça, elevam a energia. Não é um gesto floreado, seu efeito é real, fortalecido pelo estado pleno do cliente e o foco do terapeuta em sua própria energia eterna. “Que o amor, visão e espírito se una a você; que a cabeça e o coração se harmonizem em você”.
 

Entretanto, não espere que seu cliente esteja de volta à Terra, usando este final. Para isto, você tem que segurar seus pés ou ficar em pé.Agradecendo o espaço


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