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Brasil é 13º em produção de artigos científicos no mundo.

O Brasil subiu duas posições no ranking de número de artigos científicos publicados em 2008 e já ocupa a 13a posição. Em 2007, o país estava no 15o lugar, atrás da Holanda e da Rússia, países que foram ultrapassados este ano. Os dados foram divulgados hoje (5) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e constam da estatística realizada pela empresa Thomson Reuters, que contabiliza anualmente os números de trabalhos científicos publicados em 200 países.

 
 

O Brasil passou da 22a posição no ranking, atingida em 2000, para o a 15a em 2007, até conseguir a atual colocação. No ano retrasado, foram publicados 19.436 artigos brasileiros, que chegaram a 30.415.

Haddad disse que a melhora foi alcançada graças ao trabalho conjunto entre os ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação. Ele citou outros fatores que resultaram na melhora da produção científica nacional, como a substituição de professores temporários por mestres efetivos, a instalação de laboratórios e equipamentos nas universidades e a expansão das bolsas de mestrado e doutorado.

"Nós estamos vivendo um momento no país que foi possível, de um ano para outro, aumentar em 50% a produção científica brasileira, em periódicos indexados por agência internacional. Dos países de ponta, é o que proporcionalmente ampliou mais a produção científica", disse o ministro.

Segundo ele, a expectativa é aprovar R$ 150 milhões em recursos para financiar este ano projetos de incentivo à produção científica-tecnológica, aplicada à produção. Haddad participou, no Rio de Janeiro, da Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências, que este ano homenageou os cientistas Charles Darwin e Galileu Galilei.

O ranking da Thomson Reuters dos 20 primeiros países em número de artigos científicos em 2008 é o seguinte: Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Inglaterra, França, Canadá, Itália, Espanha, Índia, Austrália, Coréia do Sul, Brasil, Holanda, Rússia, Taiwan, Suíça, Turquia, Polônia e Suécia.

Fonte: Portal Terra

 
 
 
 
 

25/5/2007 JUIZ DETERMINA REGULARIZAÇÃO POR PLANO DE SAÚDE DE TRATAMENTO DE HIDROTERAPIA

O Juiz da 7ª Vara Cível da Comarca de Porto Velho, Guilherme Ribeiro Baldan, determinou, no último dia 18, que a Unimed providenciasse, no prazo de 48 horas, a regularização do fornecimento de autorizações para todos os seus contratados que necessitassem realizar a técnica cinesioterápica de hidroterapia, sem restrição de tempo e número limitado de sessões, da doença ou da especialidade médica prescritora, desde que os consumidores estejam em dia com os pagamentos do plano de saúde, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 até o limite de R$ 100.000,00

 

A decisão do juiz foi resultado de uma Ação Civil Pública promovida pela Promotoria do Consumidor e Saúde da capital em razão da negativa da operadora em autorizar pedidos médicos em que constassem o tratamento de hidroterapia aos consumidores, alegando que o referido tratamento não constava no rol de procedimentos mínimos exigidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS, não reconhecendo, dessa forma, que fosse sua obrigação autorizar o fornecimento de tal tratamento médico.

Todavia, durante a instrução do procedimento investigatório em trâmite na Promotoria do Consumidor, consoante as informações do Conselho Regional de Fisioterapia da 9ª Região, bem como dos depoimentos de profissionais Fisioterapeutas da capital, observou-se que a técnica utilizada para a realização do procedimento hidroterapia, a chamada cinesioterapia (que é a cura do movimento pelo próprio movimento do paciente), estava contemplada na Resolução Normativa n.º 82/04 da ANS, sendo, portanto, de cobertura obrigatória a todos os planos de saúde.

A Promotoria do Consumidor e da Saúde ressalta a importância da medida liminar conquistada, uma vez que o perigo da demora da espera por uma decisão final pode possibilitar a ocorrência de dano irreparável a número indefinido de consumidores, pois os pacientes com indicação médica para hidroterapia, na maioria das vezes, possuem patologias importantes como lesões cerebrais, sendo que a ausência do tratamento pode não apenas prejudicá-lo, mas inviabilizá-lo.

 

 
 
 

13/04/2009 Evolução da Preparação Física e Fisioterapia Esportiva no Brasil

O melhor é ir para o Brasil .Preparação física e fisioterapia esportiva vêm evoluindo e cada vez mais atletas querem se tratar aqui
Já virou uma rotina no mundo do futebol. Quando um jogador brasileiro, em qualquer parte do mundo, se machuca, dificilmente não pede para o seu clube liberá-lo para voltar ao Brasil e se tratar por aqui. Porém, quem imagina que essa solicitação é apenas para poder ficar perto dos amigos e dos familiares enquanto se recupera, está muito enganado.

   

Acontece que a fisioterapia e a preparação física brasileiras estão entre as melhores do mundo. Talvez até mesmo sejam as melhores.

O que se costuma dizer, até mesmo em faculdades, é que o diferencial brasileiro está na mistura de estilos entre o europeu (que baseia a sua fisioterapia na técnica) e o americano (que baseia sua fisioterapia em aparelhos). Mas, na realidade, o avanço de nossas técnicas está além da combinação de estilos. A qualidade da maioria dos clubes brasileiros é fruto de um trabalho conjunto entre médicos, fisioterapeutas e preparadores físicos, como explicou o fisioterapeuta do Flamengo, Gláucio.

“Nós escutamos muitas coisas. Realmente, os americanos gostam muito de utilizar aparelhos, e, aqui, no Brasil, temos a tendência de adequar a melhor forma de acordo com o paciente, e não de generalizar. Misturamos a técnica e os aparelhos e trabalhamos em conjunto com os médicos e com a preparação física. Isso é algo muito importante. Não sei se somos os melhores porque nunca trabalhei na Europa, mas, realmente, é algo comum os jogadores voltarem para se tratar aqui no Brasil”, disse o fisioterapeuta rubro-negro.

O preparador físico Ronaldo Torres, que além de ter trabalhado nos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro teve uma grande passagem por clubes no Japão e no Oriente Médio, disse que o segredo do sucesso da recuperação em clubes brasileiros é o trabalho em conjunto de todo o departamento médico, algo que pouco se vê fora do Brasil.

”O grande segredo dos clubes brasileiros é que nós não temos a vaidade e trabalhamos em conjunto. Ao mesmo tempo em que um atleta está se tratando clinicamente, continuamos o preparando fisicamente. Pode reparar que, em alguns clubes, como o Flamengo, por exemplo, uma recuperação de atleta que demoraria seis meses, demora apenas quatro. Graças a Deus, tive a sorte de sempre trabalhar com bons profissionais no Brasil. Lá no Japão e no Oriente Médio, eles tratavam os atletas como se trata os sedentários, e isso não pode acontecer. Tive que implantar um novo sistema por lá”, disse Ronaldo Torres.

O meia do Vasco Carlos Alberto, que já atuou no Porto, de Portugal, e no Werder Bremem, da Alemanha, contou que no Brasil o trabalho é maior e mais qualificado, principalmente porque dura a temporada inteira.

“Aqui, a gente treina mais. Lá na Europa, a gente joga três competições ao mesmo tempo e o treinamento não é tão forte. O puxado lá é a pré-temporada, mas eles exageram. Já fiz coisas difíceis de imaginar, como subir uma montanha. Podemos não ter aqui os mesmos recursos que lá, mas os profissionais brasileiros são os melhores”, completou Carlos Alberto.

Fonte: Justiça Desportiva