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Bad Ragaz  O método foi desenvolvido em Bad Ragaz, na Suíça, em 1960. É uma técnica de tratamento feito exclusivamente na horizontal. São utilizadas as propriedades da água para se criar um programa de resistência para execução dos padrões.

Visa o fortalecimento, reeducação muscular, alongamento de tronco, relaxamento e inibição de tônus, propriocepção e analgesia.- São utilizados padrões em diagonal espiral, parecidos ao Kabat..

 

 

 

Histórico:   Na primeira parte do século 20, os conhecimentos sobre os benefícios médicos dos movimentos começaram a se desenvolver. Então, em 1930, terapeutas começaram a tratar ativamente de pacientes com lesões periféricas ou diminuição no arco de movimento. Os terapeutas começaram a amarrar seus pacientes em pranchas ou macas na água, oferecendo resistência aos seus movimentos (Ott, 1955). Esses movimentos, geralmente, eram movimentos bi-dimensionais simples, utilizados em solo e copiados para a água.
  

No inicio dos anos 50,  introduziram uma técnica onde colocavam nos pacientes flutuadores circulares e então os moviam aproximando e afastando do terapeuta. A resistência proporcionada pelo terapeuta era focada para atuar sobre problemas específicos do paciente. Esse método de Wildbad enfocava exercícios de estabilização e fortalecimento.

• 1967 Dr. Zinn e equipe refinaram e modificaram os exercícios de Knupfer.

• 1967 Os fisioterapeutas Bridget Davis e Verena Laggatt incorporaram os padrões da FNP de Margareth Knott, no que resultou no método dos anéis de Bad Ragaz (MABR).

    De um ponto de vista neurofisiológico e de fisiologia do exercício, também o método de Wildbad não era satisfatório, por não atender aos princípios de especificidade e precisão.

Quando as técnicas de Kabat e Knott (1952, 1968) foram introduzidas na Europa no começo dos anos 60, terapeutas tentaram incluir os movimentos tridimensionais e diagonais na terapia aquática (Davies, 1967). Mas, foi somente o trabalho conjunto que permitiu alcançar um conceito satisfatório para a integração dos movimentos diagonais tridimensionais sob forma de um método de hidroterapia.

 

 

Contribuições do Dr. Knupfer

- Posição horizontal
- Suporte c/ flutuadores
- Desenvolveu planos de movimento envolvendo várias articulações
- Introduziu conceitos da neurofisiologia
- O fisioterapeuta como ponto fixo, estabilizador do movimento.
- As reações de estabilização adaptadas à tarefa
- Observaram-se sinergias nos padrões de movimentos
- Trabalho isotônico resistido dos grupos musculares agonistas e antagonistas
- A oportunidade clínica do uso do ex. em cadeia cinética fechada com segurança
Knupfer introduziu a flutuação, turbulência, tensão superficial, e temperatura a 33,3ºc

 

Vantagens Terapêuticas

- Reduzir a dor
- Complacência dos tecidos moles
- Reduzir o tônus muscular
- Promoção do relaxamento diferenciando o exercício na água do exercício na terra.
 

O Método Bad Ragaz praticado hoje internacionalmente, foi inicialmente desenvolvido em Bad Ragaz, na Suíça em 1950, 1960. O método aperfeiçoado foi então publicado por Egger (1990) como "O Novo Método dos Anéis de Bad Ragaz".

 

Características:

- Uso das propriedades da água como turbulência e  flutuação são usados como suporte.

- Executar  movimentos anatômicos, biomecânicos e fisiológicos das articulações e músculos em padrões funcionais.

- Trabalhar com o paciente individualmente.

Equipamentos:

- Colar cervical

- Flutuador pélvico

- Flutuador de tornozelos.

 

Temperatura da água:

34º - 35º C 

Objetivos:

- Aumentar a amplitude de movimento articular e a mobilidade dos tecidos nervosos e miofascial.

- Melhorar a função muscular e - Preparar os membros inferiores para a descarga de peso.

- Restaurar o padrão normal de movimento dos MMSS e MMII.

Indicações:

- Condições ortopédicas e neurológicas, por exemplo pré e pós operatório, após fratura artrite reuamatóide, osteoartrite, espondilite anquilosante.

- Pacientes de cirurgias torácica, cardíaca e mamária. - Condições neurológicas - Paraplegia

- Hemiplegia - Parkinson (com cautela).

- Condições neuromusculares - fortalecimento leve. - Lesões M.M.S e M.M.I.

- Disfunções traumato-ortopédicos em que o paciente apresenta déficit cinético-funcional envolvendo ADM, ↑ força, dor, ler-dort, lombalgias.

- Doenças reumáticas (fibromialgias, artroses e artrites).

- Qualquer condição que envolva déficit de musculatura de tronco ou cinturas.

- Utilização juntamente com técnicas funcionais.

- Patologias ou condições de fraqueza de tronco, estabilidade proximal diminuída.

- Distrofia simpático reflexa.

- Lesões do Sistema Nervoso Central (SNC). Mostra excelente resposta aos movimentos passivos para alongamento, ganho de ADM, relaxamento e inibição de tônus. Exemplos: AVC, Parkinson, TCE, etc.

 

Contra-indicações e precauções:

- Programas devem ser planejados para evitar a fadiga dos pacientes (a liberdade da água pode encorajar atividades demasiadas).

- Pacientes que se encaixam nas contra-indicações da hidroterapia.

- Os pacientes recebem uma grande quantidade de estímulo vestibular durante o tratamento ( evite tonturas).

- Cautela durante o tratamento dos pacientes com condições agudas de coluna ou extremidades, devido a possibilidade de alongar demasiadamente articulações doloridas edemaciadas e com frouxidão.

- Pacientes com condições neurológicas onde exercícios ativos e resistidos aumentam a espasticidade em tronco ou membros ou na presença de hipertonia.

- Dor, quadros agudos e instabilidade articular.

- Posicionar-se adequadamente, utilizar mecânica correta.

- Evitar fadiga excessiva.

- Utilizar cuidadosamente as técnicas com pacientes espásticos.

- Monitorar o estímulo excessivo do aparelho vestibular.

 Técnicas:

Isotônica

Neste exercício, a resistência é graduada e controlada pelo fisioterapeuta, o qual age como um estabilizador movendo-se a partir do movimento do paciente na água. O fisioterapeuta pode aumentar ou diminuir a resistência, movimentando o paciente na mesma direção (assistido), ou em direção oposta ao movimento (resistido).


Isocinética

Neste exercício, a resistência é graduada e controlada pelo paciente, o fisioterapeuta atua como um fixador enquanto o paciente se movimenta. O fisioterapeuta fixa parte do corpo, enquanto o paciente determina a quantidade de resistência proporcionalmente à velocidade do movimento.


Passiva

O paciente é movimentado na água, com a utilização dos padrões para relaxamento, alongamento de tronco e coluna e inibição de tônus. Utilizado principalmente em casos de dor ao se realizar o movimento ativo (analgésica) e para ganho de ADM. Também para ensinar o padrão ao paciente (propriocepção).


Isométrica

O exercício isométrico na água é realizado quando o paciente mantém determinada posição, enquanto é movido na água. A posição do paciente é fixa, sendo que a água provê a resistência para a contração sustentada do paciente.

 

Obs. Os padrões de MMSS e MMII podem ser realizados unilateralmente ou bilateralmente. Ainda em relação aos padrões bilaterais, podem ser simétricos ou assimétricos.

Posicionamento

O paciente utiliza colar cervical e cinturão pélvico ao nível L1 - S2, podendo-se utilizar “caneleiras”.

 

Características encontradas nas técnicas Bad Ragaz e Kabat:

  • Trabalho com resistência máxima;

  • Contatos manuais específicos e corretos;

  • Aproximação (compressão) das articulações durante execução de determinados padrões;

  • Tração (separação) das articulações para execução de determinados padrões;

  • Comando verbal firme, curto e preciso durante toda sessão;

  • Iniciação rítmica;

  • estabilização rítmica;

  • Irradiação (inicio pelo lado são para irradiar o aprendizado para a execução no lado lesado. Também de músculo fortes irradiando para músculos fracos.);

  • Contatos proximais e distais;

  • Pode-se monitorar o esforço do paciente durante toda a ADM.

 Relação fisioterapeuta e técnica
• A técnica exige proporção de 1/1.
• O nível da água não deve ser superior a T8-T10 ou axilar.
• Uso de calçado.
• Pesos nos tornozelos ou cinturões de lastro podem estabilizar o fisiot.
• Posicionamento em geral 1 pé a frente do outro.


 Diretrizes do Tratamento

• Atendimentos iniciais de 5`- 15` evitando a fadiga
• Evolução até 30`
• Técnicas de exercícios passivos podem reduzir a hipertonia
• Selecionar grupos p/ evitar ↑ da espasticidade


 Progressão do exercício

Resistência
Quando o corpo é movido ou move-se através de água, a resistência encontrada é a somatória da pressão negativa de trás do objeto, juntamente com as forças de atrito na frente do objeto.

Velocidade → ↑ fluxo turbulento → ↑ resistência.

 Como aumentar a resistência ao movimento

1. Adição de anéis flutuadores ou palmares.
2. a amplitude de movimento (partir da posição totalmente flexionado).
3. Alteração do braço de alavanca.
4. Mudança da resistência de proximal para distal.
5. da velocidade do movimento.
6. Alteração da direção de movimento.
7. Uso de inversões rápidas e padrões recíprocos para ↑ do arrasto global.
8. do suporte de flutuação.
 

 Símbolos
V: flexão
/: extensão
RE: rotação externa
RI: rotação interna
ABD: abdução
ADU: adução

Padrões Passivos de Tronco

  • Alongamento passivo de tronco com contato pélvico

  • Alongamento passivo de tronco com contato dorsal

  • Alongamento passivo de tronco com contato no cotovelo

Padrões Isométricos de Tronco

  • Flexão lateral isométrica de tronco com tronco neutro

  • Flexão isométrica

  • Extensão isométrica de tronco

  • Rotação isométrica de tronco

  • Flexão lateral isométrica de tronco com tronco em posição neutra

  • Rotação isométrica de tronco com flexão de tronco

  • Rotação isométrica de tronco com extensão de tronco

Padrão Isocinético de Tronco

  • Flexão lateral isocinética de tronco

Padrões Isotônicos de Tronco

  • Tronco nº 1: flexão lateral isotônica de tronco

  • Tronco nº 2: rotação isotônica com flexão

  • Tronco nº 3: rotação isotônica de tronco com extensão

Padrões de Membros Inferiores (MMII)

  • MI nº 1: MI com descarga de peso

  • MI nº 2: simétrico bilateral

  • MI nº 3: simétrico bilateral

  • MI nº 4: simétrico bilateral

  • MI nº 5: simétrico bilateral

  • MI nº 6: simétrico bilateral

  • MI nº 7: simétrico bilateral

  • MI nº 8: assimétrico bilateral

  • MI nº 9: assimétrico bilateral

  • MI nº 10: simétrico bilateral

  • MI nº 11: simétrico bilateral

  • MI nº 12: simétrico bilateral

  • MI nº 13: simétrico bilateral

  • MI nº 14: assimétrico bilateral

Padrões de Membros Superiores

  • MS nº 1: unilateral

  • MS nº 2: unilateral

  • MS nº 3: simétrico bilateral

  • MS nº 4: assimétrico bilateral

Tipos de Bad Ragaz

Alguns profissionais e instrutores não qualificam o Bad Ragaz como uma técnica e sim como um Conceito. Outro detalhe importante é que existem duas linhas básicas de Bad Ragaz. Uma linha que podemos chamar de mais americanizada que, desenvolve o trabalho utilizando os flutuadores como suporte para manter o paciente em horizontalidade e atua com diversos princípios para alcançar os objetivos estabelecidos como, cadeias musculares não necessariamente fechadas, movimentos nem sempre em diagonais, alongamentos e relaxamento muscular com uma gama de possibilidades bem maiores que a forma européia que possui cerca de  25 padrões de movimentos levando sempre em consideração a adaptação da Facilitação Neuro Proprioceptiva em movimentos diagonais.

Para avaliar qual forma é melhor, podemos dizer que se perguntarmos a quem trabalha com a forma americana qual a melhor, ele irá responder que é a dele. Assim como quem trabalha a européia irá defender os seus princípios. O ideal para nós é saber as duas e utilizar como ferramenta no momento correto em que o paciente necessita. Afinal o paciente não quer saber nem qual é o nome da técnica e sim que seu caso seja resolvido. Então, desenvolvemos uma terceira linha de Bad Ragaz, a forma brasileira talvez.

 

 

 

Padrões Passivos de Tronco

 Alongamento passivo de tronco com contato pélvico

Posição: paciente em supino, com flutuador na cervical e no quadril. MMII com pequena rotação externa e MMSS relaxados ao longo do tronco. Terapeuta em pé, entre as coxas do paciente, com base ampla de apoio.

Contato: apoiar as laterais do quadril. Pode-se fazer o contato mais anterior ou mais posterior para facilitar a rotação.

Ação: Mover o paciente em arco, latero-lateralmente, para alongar o tronco.

Para adicionar flexão e rotação lombar; empurrar o lado D do quadril posteriormente e puxar o lado E anteriormente. Puxar o paciente para a sua E.

Para adicionar extensão e rotação lombar; empurrar o lado E do quadril posteriormente e puxar o lado D anteriormente. Puxar o paciente para a sua E.

 Alongamento passivo de tronco com contato dorsal

Posição: terapeuta de pé, cranialmente ao paciente. Paciente em supino, com flutuador na cervical e no quadril. Pode-se utilizar flutuador no tornozelo.

Contato: alcançar a região dorsal do paciente, com os polegares na axila e dedos sobre as escápulas e costelas.

Ação: mover o paciente em um arco latero-lateralmente, alongando o tronco. Pode-se adicionar uma pequena rotação ao alongamento.

 Alongamento passivo de tronco com contato no cotovelo

Posição: terapeuta de pé, cranialmente ao paciente. Paciente em supino, com flutuador na cervical e no quadril. Pode-se utilizar flutuador no tornozelo.

Contato: segurar próximo aos cotovelos.

Ação: mover o paciente para o lado, alongando o tronco. Pode-se adicionar uma pequena rotação ao alongamento.

 

 

 

Padrões Isométricos de Tronco

 Flexão lateral isométrica de tronco com tronco neutro

Posição: terapeuta de pé, entre os MMII do paciente. Paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico.

Mais fácil: paciente com as mãos posicionadas lateralmente (pélvis) para ganhar estabilidade.

Difícil: paciente mantém as mãos lateralmente ao tronco, porém, sem tocar o tronco.

Mais difícil: paciente mantém os MMSS em 90º de abdução de ombros.

Contato: lateral à pélvis do paciente.

Ação: mover o paciente de um lado para o outro. A resistência aumento com o aumento da velocidade do movimento. Mudanças curtas e rápidas de direção são mais difíceis e tendem a facilitar a co-contração.

Comando: mantenha a coluna retificada. Mantenha esta posição enquanto eu te movo na água. Mantém....mantém....mantém.

Flexão isométrica

Posição: terapeuta de pé entre os MMII do paciente. Paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico.

Mais fácil: paciente posiciona as mãos sobre as coxas ou nos ombros do terapeuta, adicionando estabilidade.

Difícil: paciente mantém a posição flexionada, sem colocar as mãos sobre as coxas ou no corpo do terapeuta.

Mais difícil: idem ao anterior, porém, o terapeuta mantém o paciente mais fora da água.

Contato: póstero-lateral à pélvis.

Ação: mover o paciente de um lado para o outro ou para a frente e para a trás. A resistência é aumentada com o aumento da velocidade do movimento. Mudanças curtas e rápidas de direção são mais difíceis e tendem a facilitar a co-contração.

Comando: mantenha esta posição enquanto eu te movo na água. Mantém....mantém....mantém.

 

 Extensão isométrica de tronco

Posição: terapeuta de pá, entre os MMII do paciente. Paciente em supino, com flutuador cervical e pálvico. Manter a extensão da coluna através da extensão da cabeça e lordose da coluna.

Mais fácil: paciente posiciona as mãos nos glúteos ou posteriormente às coxas, adicionando estabilidade.

Mais difícil: paciente mantém a posição em extensão e não posiciona as mãos nos glúteos ou coxas.

Contato: lateral à pélvis.

Ação: mover o paciente de um lado para o outro. A resistência aumenta com o aumento da velocidade do movimento. Mudanças curtas e rápidas de direção são mais difíceis e tendem a facilitar a co-contração.

Comando: mantenha esta posição enquanto eu te movo na água. Mantém....mantém....mantém.

 

 

 

 Rotação isométrica de tronco

Posição: terapeuta de pé, entre os MMII do paciente. Paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico.

Mais fácil: o paciente rola para um lado. O MS cruza a linha média e posiciona-se no quadril contra-lateral, adicionando estabilidade. MS inferior vai em direção ao fundo da piscina.

Mais difícil: idem posição acima, porém o MS não fica em contato com o tronco.

Contato: lateralmente à pélvis. Mão no quadril superior é mais posterior. Mão no quadril inferior é mais anterior.

Ação: mover o paciente de um lado para o outro. A resistência aumenta com o aumento da velocidade do movimento. Mudanças curtas e rápidas de direção são mais difíceis e tendem a facilitar a co-contração.

Comando: mantenha esta posição enquanto eu te movo na água. Mantém....mantém....mantém.

 

 Flexão lateral isométrica de tronco com tronco em posição neutra

Posição: terapeuta em pé, cranialmente ao paciente. Paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico. Flutuador de tornozelo pode ser necessário.

Contato:   Fácil: lateral ao tronco, próximo ou na pélvis.

               Difícil: lateral ao tronco, próximo ou na axila.

               Mais difícil: nos cotovelos. Paciente entrelaça os dedos e posiciona as mãos embaixo do flutuador cervical.

Ação: mover o paciente de um lado para o outro. A resistência aumenta com o aumento da velocidade do movimento. Mudanças curtas e rápidas de direção são mais difíceis e tendem a facilitar a co-contração.

Comando: mantenha o tronco e as pernas retificadas. Mantenha esta posição enquanto eu te movo na água. Mantém....mantém....mantém.

Fácil

Mais difícil:

Rotação isométrica de tronco com flexão de tronco

Posição: terapeuta em pé, cranialmente ao paciente. Paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico. Paciente rola tronco inferior e MMII para um lado. Flexão de quadris. Flutuador e tornozelo pode ser necessário.

Contato:  Fácil: lateral de tronco, próximo ou na pélvis.

 Difícil: lateral de tronco, próximo ou na axila.

              Mais difícil: nos cotovelos. Paciente com os dedos entrelaçados e mãos embaixo do flutuador cervical.

Ação: mover o paciente para o lado da flexão. A resistência aumenta com o aumento da velocidade do movimento. Mudanças curtas e rápidas de direção são mais difíceis e tendem a facilitar a co-contração.

Comando: dedos para cima. Mantenha esta posição enquanto eu te movo na água. Mantém....mantém....mantém.

Manter a cabeça alinhada com o esterno.

 

 Rotação isométrica de tronco com extensão de tronco

 

Posição: terapeuta em pé, cranialmente ao paciente. Paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico. Paciente rola o tronco inferior e MMII para um lado. Extensão de quadris. Flutuador de tornozelo pode ser necessário.

Mais fácil: flexão de joelhos e pequena flexão de quadris.

Difícil: flexão de joelhos, porém, extensão de quadris.

Mais difícil: manter a extensão de joelhos e quadris.

Contato: mais fácil: lateral de tronco, próximo ou na pélvis.

              Difícil: lateral de tronco, próximo ou na axila.

              Mais difícil: nos cotovelos. Paciente entrelaça os dedos e mãos embaixo do flutuador cervical.

Ação: mover o paciente para o lado da extensão. A resistência aumenta com o aumento da velocidade do movimento. Mudanças curtas e rápidas de direção são mais difíceis e tendem a facilitar a co-contração.

Comando: dedos para cima. Mantenha as pernas e o corpo retificado. Mantenha esta posição enquanto eu te movo na água. Mantém....mantém....mantém.

Manter a cabeça alinhada com o esterno.

 

 

 

Padrão Isocinético de Tronco

  Flexão lateral isocinética de tronco

Posição: terapeuta em pé, cranialmente ao paciente ou uso de corrimão ou bastão flutuante. Paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico. Flutuador de tornozelo pode ser necessário.

Contato: lateralmente ao tronco ou cotovelos. Ou paciente segurando corrimão ou bastão flutuante.

Ação: estabilizar o paciente enquanto este puxa os MMII de um lado para o outro.

Comando: deitar retificado na água. MMII retificados. Dedos para cima. Puxar os MMII para a E. E agora puxá-los para a D.

Se for desejada a rotação de tronco com flexão ou extensão, o paciente deverá rolar para um lado e executar uma pequena flexão ou extensão de quadris e tronco enquanto puxa MMII de um lado para o outro.

 

Padrões Isotônicos de Tronco

 

Tronco nº 1: flexão lateral isotônica de tronco

Posição: paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico. Flutuadores de tornozelo poderão ser necessários.

Contato: mais fácil: mãos lateralmente à pelve.

               Difícil: paciente entrelaça os dedos com as mãos posicionadas abaixo do flutuador cervical. Terapeuta segura nos cotovelos.

               Mais difícil: polegares da axila, dedos na escápula e costelas.

Comando: deitar alinhado. MMII retificados. Dedos para cima. Puxar MMII para E. Reverter (paciente puxa o tronco para E enquanto terapeuta está de pé entre os MMII, segurando a pélvis).

Não flexionar os quadris. Este movimento é somente de flexão lateral.

Ação: quando o paciente está se movendo para a E, puxar o paciente para E para resistir o movimento. Ou puxar o paciente para D para assistir o movimento.

 

Tronco nº 2: rotação isotônica com flexão

Posição: paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico.

Contato: mais fácil: mãos lateralmente à pélvis.

               Difícil: polegares na axila, dedos na escápula ou nas costelas.

          Mais difícil: paciente entrelaça os dedos posicionando as mãos embaixo do flutuador cervical. Terapeuta segura nos cotovelos.

Comando: joelhos em extensão. Dedos para cima. Abaixar quadril D em direção ao chão da piscina. Puxar os dedos em direção ao ombro D (se o contato é pélvico, pedir ao paciente que abaixe o ombro D em direção ao chão da piscina e puxar o tórax em direção ao joelho D). Reverter a rotação para o outro lado.

               Fácil: permitir a flexão de joelhos.

               Mais difícil: manter a extensão de joelho.

Ação: quando o paciente rola para o lado direito, puxar o paciente para D para resistir o movimento. Ou puxar o paciente para E para assistir o movimento.

 

 

 Tronco nº 3: rotação isotônica de tronco com extensão

Posição: paciente em supino, com flutuador cervical e pélvico. Flutuadores de tornozelos poderão ser necessários.

Contato: mais fácil: mãos lateralmente à pélvis.

               Difícil: polegares na axila, dedos da escápula e nas costelas.

               Mais difícil: paciente entrelaça os dedos, posicionando as mãos abaixo do flutuador cervical. Terapeuta segura nos cotovelos.

Comando: MMII juntos. Dedos para cima. Abaixar o quadril D em direção ao chão da piscina. Puxar MMII para baixo e volta para E (se o contato é pélvico, pedir ao paciente para abaixar o ombro D em direção ao chão da piscina e puxar o tronco para trás). Reverter a rotação para o outro lado.

                 Mais fácil: permitir a flexão de joelhos.

                 Mais difícil: paciente mantém joelhos em extensão.

Ação: quando o paciente rola para D, puxar o paciente para E para resistir o movimento. Ou puxar o paciente para D para assistir o movimento.

 

 

 Padrões de Membros Inferiores (MMII)

MI nº 1: MI com descarga de peso

Posição inicial:

      MI afetado: extensão de quadril e joelho. Planta do pé posicionada no abdômen do terapeuta. Pé em pequena rotação externa.

      MI não afetado: extensão de quadril e joelho.

Flutuadores cervical e pélvico.

Contato:

      Mão lado afetado: estabilizar o joelho (anterior ou posterior conforme necessário).

      Mão lado não afetado: dorso do pé. Artelhos medialmente.

Posição final:

      MI afetado: extensão de joelho e quadril. Descarga de peso no abdômen do terapeuta.

      MI não afetado: flexão de quadril e joelho. Continuar flexionando contra a resistência do terapeuta.

Comando: mantenha seu MI E (ou D) retificado. Dedos para cima. Puxar seu joelho D (ou E) para cima, em direção ao ombro e mantenha. Abdômen para cima.

 Certificar a extensão do tronco e quadril no MI afetado.

 

 

MI nº 2: simétrico bilateral

Posição inicial:

      MI D ou E: quadril em extensão, adução e rotação interna. Joelho em extensão.

      MI D ou E: quadril em extensão, abdução e rotação externa. Joelho em extensão.

Flutuador cervical e pélvico. Flutuadores de tornozelo poderão ser necessários.

Contato: terapeuta de pé, face voltada para o MI de trabalho. Mão proximal na superfície lateral da coxa distal. Mão distal na borda lateral do pé ou tornozelo.

               Mais fácil: mãos mais proximalmente na perna.

Manter as mãos na borda lateral do MI.

Comando: dedos para cima e para fora. MMII retificados. Separe os MMII.

Terapeuta age como estabilizador enquanto paciente abduz os MMII. No final do padrão, o terapeuta dá um passo à frente para retornar o MI na posição inicial de adução.

Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MI D ou E: quadril em extensão, abdução e rotação externa. Joelho em extensão.

Flutuadores cervical e pélvico. Flutuadores de tornozelo poderão ser necessários.

Posição final:

      MI D ou E: quadril em extensão, adução e rotação interna. Joelho em extensão.

Contato: terapeuta de pé, face voltada para MI de trabalho. Mão proximal na superfície medial da coxa distal. Mão distal na borda medial da porção anterior do pé ou tornozelo.

               Mais fácil: posicionar as mãos mais proximalmente no MI.

Manter as mãos no lado medial do MI.

Comando: dedos para cima. MMII retificados. Juntar os MMII.

O terapeuta age como um estabilizador assim que o paciente executa a abdução dos MMII. No final do padrão, o terapeuta dá um passo para trás para retornar o MI à posição inicial abduzida.

 

 

  Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em extensão, adução e rotação interna. Joelho em extensão. Tronco em extensão. Pé em flexão plantar e eversão.

Posição final:

       MMII D e E: quadril em flexão, abdução e rotação externa. Tronco em flexão. Joelho em flexão. Pé em dorsiflexão e inversão.

Contato: dorso dos pés do paciente, dedos nas bordas mediais, eminência tênar nas bordas laterais.

Comando: dedos para cima. Joelhos para cima e para fora. Sentar.

Terapeuta precisa acompanhar os pés do paciente para baixo, permitindo assim a flexão de tronco.

 

 

Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em flexão, abdução e rotação externa. Joelho em flexão. Tronco em flexão. Pé em dorsiflexão e inversão.

Posição final:

      MMII D e E: quadril em extensão, adução e rotação interna. Joelho em extensão. Tronco em extensão. Pé em flexão plantar e pequena eversão.

Contato: calcanhares e bordas laterais.

Comando: cabeça para baixo. Pernas retificadas. Empurrar os calcanhares para fora.

 

 

 

Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em extensão. Tronco em extensão. Pé em flexão plantar e inversão.

Posição final:

      MMII D e E: quadril em flexão, adução e rotação interna. Joelho em flexão. Tronco em flexão. Pé em dorsiflexão e eversão.

Contato: eminências tênares nas bordas laterais dos pés, dedos nos calcanhares.

Comando: dedos e joelhos para cima. Calcanhares para fora. Sentado.

Terapeuta precisa acompanhar os pés do paciente para baixo, permitindo a flexão de tronco.

Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em flexão, adução e rotação interna. Tronco em flexão. Joelho em flexão. Pé em dorsiflexão e eversão.

     Posição final:

 MMII D e E: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em extensão. Tronco em extensão. Pé em flexão plantar e inversão.

Contato: dedos nas bordas mediais dos calcanhares. Palmas nos calcanhares.

Comando: dedos para baixo. Pernas retificadas. Calcanhares juntos. Cabeça para trás.

 

 

 

 Assimétrico bilateral

Posição inicial:

      MI E: quadril em extensão, adução e rotação interna. Joelho em extensão.

      MI D: quadril em extensão e adução. Joelho em extensão.

Posição final:

      MI E: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em flexão.

      MI D: quadril em extensão e adução. Joelho em extensão.

Contato: mão D (de pé, no lado D do paciente): adução dos dedos no calcanhar do pé D, oferecendo aproximação para MI D.

               Mão E: alcançar por baixo do MI D, para fazer o contato no calcanhar do pé E.

Comando: mantenha o MI D retificado. Dedos para cima. Puxar calcanhar E para baixo e por baixo do MI D.

não oferecer muita resistência. Abaixar na água para permitir a flexão de joelho, mantendo a extensão de quadril.

       

 

 

Assimétrico bilateral

Posição inicial:

      MI E: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em extensão.

      MI D: quadril em extensão e adução. Joelho em extensão.

Posição final:

      MI E: quadril em extensão, abdução e rotação interna. Joelho em flexão.

      MI D: quadril em extesnão e adução. Joelho em extensão.

Contato: mão D: eminência tênar na borda lateral do calcanhar do pé E, dedos ao redor do calcanhar (porção posterior).

               Mão E: dedos aduzidos no calcanhar D, oferecendo aproximação do MI D.

Comando: mantenha o MI D retificado. Dedos para cima. Flexionar joelho E. Empurrar calcanhar E para baixo e para fora.

Abaixar na água, permitindo a flexão de joelho, mantendo a extensão do quadril.

 

 

 

Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e D: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em extensão.

Posição final:

      MMII D e E isotônico: quadril em extensão, abdução e rotação interna. Joelho em extensão.

Contato: as duas mãos com eminência tênar nas bordas laterais dos calcanhares.

Comando: joelhos retificados. Dedos para cima. Empurre os calcanhares para fora. Mantenha o abdômen para cima.

Manter a extensão do quadril.

 

Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em extensão, abdução e rotação interna. Joelho em extensão.

Posição final:

      MMII D e E isotônico: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em extensão.

Contato: as duas mãos nas bordas mediais dos calcanhares.

Comando: joelhos retificados. Dedos para cima. Puxar os calcanhares juntos.

 em breve a foto

 

 

 Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em extensão. Tronco em extensão.

Posição final:

      MMII D e E isotônico: quadril em flexão, abdução e rotação interna. Joelho em extensão. Tronco em flexão.

Contato: as 2 mãos com eminência tênar nas bordas laterais dos calcanhares

Comando: pernas retificadas. Dedos para cima. Empurre os calcanhares para fora. Sentar.

Terapeuta precisa abaixar na água permitindo ao paciente o movimento de posição sentada longa.

 

 

 Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em flexão, abdução e rotação interna. Joelho em extensão. Tronco em flexão.

Posição final:

     MMII D e E isotônico: quadril em extensão, adução e rotação externa. Joelho em extensão. Tronco em extensão.

Contato: as 2 mãos com as bordas médias nos calcanhares.

Comando: calcanhares juntos. MMII retificados. Cabeça para trás.

 

 

 Assimétrico bilateral

Posição inicial:

      MMII D e E: quadril em extensão. Joelho em extensão. Pé em flexão plantar.

Posição média:

      MI D: quadril em flexão, abdução e rotação externa. Joelho em flexão. Pé em dorsiflexão.

      MI E: quadril em flexão, adução e rotação interna. Joelho em flexão. Pé em dorsiflexão.

Posição final:

      MMII D e E: quadril em extensão. Joelho em extensão. Pé em flexão plantar.

Contato: mãos ao redor de cada pé na pocição em “C” com os dedos nos dorsos dos pés e polegares nas cabeças dos metatarsos. Prover a resistência com os dedos durante a fase de flexão e com os polegares durante a fase de extensão.

Comando: dedos para cima. Puxar os joelhos para o obro D. Agora, puxar os dedos para baixo e estender as pernas na minha direção. Agora, puxar os joelhos para o ombro E. Agora, puxar os dedos para baixo, fazendo a extensão dos MMII na minha direção. Repetir o padrão, levando os joelhos para os ombros alternadamente.

 

Padrão de MMII e MMSS

 Simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMSS: laterais com ombros em rotação interna.

    MMII: em adução e rotação interna.

Posição média:

      MMSS: ombros em abdução e rotação externa.

      MMII: quadril em abdução e rotação externa.

Posição final:

      MMSS: laterais, com ombros em rotação interna.

      MMII: em adução e quadril em rotação interna.

Contato:

       Fase de abdução: terapeuta de pé, lateralmente ao paciente.

           - mais fácil: ema mão lateralmente ao MS. A outra, lateralmente ao MI.

           - mais difícil: mãos nas bordas laterais da mão e pé.

       Fase da adução: inverter o contato para a borda medial do MI e MS (ou mão e pé no caso de paciente mais forte).

Comando: afastar os MMII e puxar os MMSS para longe do lado. Juntar os MMII e MMSS. Repetir.

 

Instruções que facilitam ao paciente (faça anjos da neve”. Ou “ seja uma estrela marinha”.      

        

Padrões de Membros Superiores

  unilateral

Posição inicial:

      MS D ou E: ombro em extensão, adução e rotação interna. Pronação e flexão de punho e dedos.

Posição final:

      MS D ou E: ombro em flexão, abdução e rotação externa. Supinação e extensão de punho e dedos.

Contato: região dorsal com uma mão. Aspecto palmar da outra mão é posicionado sobre a região dorsal da mão do paciente.

Comando: cotovelo em extensão. Abra os dedos. Virar a palma da mão para cima, empurrando o braço para cima e para trás.

Terapeuta age como estabilizador assim que o paciente empurra para cima e para longe. Flutuador de tornozelo pode ser necessário.

 Unilateral

Posição inicial:

      MS D ou E: ombro em flexão, abdução e rotação externa. Supinação e extensão de punho e dedos.

Posição final:

     MS D ou E: ombro em extensão, adução e rotação interna. Pronação e flexão de punho e dedos.

Contato: na região dorsal posterior com uma mão. Os 3 dedos da outra mão na palma da outra mão do paciente.

Comando: cotovelo em extensão. Aperte em minha mão. Virar a palma da mão para baixo assim que você puxa a mão para o seu lado.

Terapeuta age como um estabilizador assim que o paciente puxa. Flutuador de tornozelo pode ser necessário.

 

simétrico bilateral

Posição inicial:

      MMSS D e E: paciente posiciona as 2 mãos no quadril E. Ombro em rotação interna. Pronação e flexão de punho e dedos. As mãos do terapeuta está sobre cada mão do paciente. Utilizar flutuador de tornozelo.

Ponto médio: paciente empurra os MMSS para cima e para trás da cabeça, para a seguinte posição: rotação externa, supinação e extensão de punho e dedos. O contato do terapeuta é trocado para o aspecto palmar das mãos do paciente, segurando nas eminências tênares.

Posição final: paciente puxa ambas as mãos para baixo no quadril D.

Comando: cotovelos em extensão. Dedos abertos, virar as palmas para cima, empurrar os MMSS para cima e para trás. Agora, apertar minhas mãos, virar a palma para baixo assim que você puxar suas mãos para baixo no quadril D. Empurrar MMSS para cima e para trás. Puxar as mãos para baixo no quadril E. Repetir.

Paciente irá mover-se de um lado ao outro do terapeuta. Quando os MMSS estão em extensão no quadril E, paciente estará posicionado no lado D do terapeuta. Vice-versa. Terapeuta resiste ao movimento mantendo a posição estática e dos MMSS enquanto o paciente empurra para longe e puxa em direção ao terapeuta. O paciente move na água. 

 

 

 

 

Consultoria

Nome: ROSANA
Endereço completo: rua 28 de novembro 2672 centro

Gostaria de saber como trabalhar com paciente (adulto), portador de poliomielite (com quadro de espasticidade em MMII), e se o metodo Bad Ragaz é indicado?

Prezada Rosana,

O tratamento hidroterápico para poliomielite é indicado para estimulação e ganho de força, normalmente de membros inferiores e porção inferior do tronco, sendo assim o Bad Ragaz é muito indicado. Logicamente dependerá do acometimento do paciente.

A poliomielite não apresenta espasticidade e sim paralisia flácida já que os membros afetados são maleáveis ao contrário da rigidez que ocorre em outras patologias O número de músculos afetados varia de caso para caso e tanto pode afetar apenas um grupo discreto como produzir paralisia de muitos músculos do corpo. Outra técnica que pode ser interessante, dependerá do caso é a estimulação através do método Halliwick.

Att.
Marcelo Roque