
Hidroterapia em recém
nascido nas Unidades de Terapias Intensiva, é uma
possibilidade de tratar com movimentos suaves, fazendo da
hidroterapia dia a dia algo indispensável para a saúde. O médico
francês Fréderik Leyober foi ou responsável pela introdução na vida
de muitas mães na arte indiana de massagear os bebês, aprendendo
shantala.
Não é um puro
capricho nem uma perda de tempo. O método terapêutico tem a
finalidade de tratar o aparelho respiratório do bebê, o aparelho
digestivo, os membros superiores e inferiores e abrir as vias
aéreas. Em seu dia qualificamos o Watsu como uma maravilha, uma
massagem no água que nos fazia voltar a quando éramos bebê e nos
sentíamos calmos e protegidos. Agora é o tempo deles e que o
desfrutem!
Semelhante ao banho de ofurô. O recém nascido é submetido a imersão por volta de 20 minutos em um recipiente plástico, revestido com um descartável, a uma temperatura da água de 36 graus onde recebe mobilizações suaves de pequena amplitude.
Este tipo de tratamento é utilizado em casos de longa permanência em Unidade de Terapia Intensiva. O objetivo é propiciar diminuição do estresse, causados pelas intervenções médicas.
Aparentemente trata-se de um simples banho, porém este recurso nas mãos de um hábil terapeuta pode refletir em uma reabilitação menos traumática e rápida.
Podemos citar como benefícios, a melhora do sistema auto-imune, melhora da circulação, aquecimento do corpo pela água e economia de energia do corpo em produzir energia para gerar calor. Estimulação da respiração em maior amplitude, Movimentação articular em amplitude, relaxamento muscular, equilíbrio energético, diminuição do estresse, conforto e
sensação de aconchego.
A terapêutica pode ser realizado por um fisioterapeuta ou pela própria mãe e deve ser usado também após a saída da Unidade de Terapia Intensiva em casa.
Podemos comparar os benefícios da Shantala que as mãe da Índia tem como hábito praticarem em seus RN logo após o parto, independente de apresentarem alguma anormalidade.