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Pilates é atividade física ideal para gestantes

Uma barriga definida, autocontrole, músculos firmes, fortes e alongados, ótima postura, articulações saudáveis, melhor capacidade de respiração e tolerância ao estresse. Parece complicado, mas especialistas destacam que é possível ter isso tudo em apenas um método: o pilates.

 
 


Segundo o especialista professor André Ferreira, essa técnica possibilita mais saúde também para quem só pode fazer exercícios físicos específicos e moderadamente, como as grávidas. “É bom para a mãe, para o bebê e para a preparação do parto. É uma das modalidades mais recomendadas, uma vez que as mudanças ocorridas durante a gestação não são apenas hormonais e emocionais, mas também posturais. Elas progridem à medida que avançam as alterações em músculos, articulações e coluna vertebral”, destaca.

Entre as preocupações das futuras mamães está a volta ao corpo de antes. Muitas mulheres, por conta de alterações hormonais, ganham peso excessivo durante a gestação e têm dificuldades após o parto em retornar à a mesma forma física. Mas o professor destaca que o método age preventivamente. “É um programa de exercícios que pode trazer conforto à gravidez e ao parto, favorecendo o fortalecimento e alongamento suave dos músculos, o que ajuda a mãe na recuperação de forma mais rápida”, explica Ferreira.

A finalidade do método é ensinar as pessoas em qualquer nível de aptidão física a entenderem melhor o próprio corpo e usá-lo de maneira correta. De acordo com Ferreira, o método garante, ainda, um corpo bonito e com aparência mais saudável. “O pilates é um exercício que mobiliza vários grupos musculares ao mesmo tempo, mas para obter os benefícios desse método o aluno deve ter disciplina e seguir rigorosamente as orientações do fisioterapeuta”.

A seleção dos exercícios é realizada de acordo com as necessidades de cada um, tanto nos movimentos básicos quanto nos intermediários ou avançados. “A aplicação desse método é indicada para tratar desde dores nas costas e celulite, como reduzir medidas e aumentar o tônus muscular”, revela o professor. Atua na melhora da concentração, corrige a postura corporal e, trabalhando o alongamento e a flexibilidade do corpo, age no alívio de tensões e do estresse. “A partir da décima sessão, a pessoa começa a notar a diferença, e depois de 20 aulas, observa uma grande melhora. Depois da trigésima sessão, o paciente já está com outro corpo. Assim, a força, o ganho de tônus e o alongamento são trabalhados de dentro para fora do corpo, tornando-o forte, bonito, saudável, harmonioso e elegante”, destaca Ferreira.

Fonte. Jornal da manhã - 22.09.2009

 

 
 
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Horse Pilates: Agora sobre o cavalo, novo método de trabalho corporal une os benefícios da equoterapia com a técnica do Pilates e obtém resultados surpreendentes

Após anos de experiência com cavalos, a bióloga e instrutora de equitação, Denise Bisco, a fisioterapeuta e equoterapeuta Adriana Magrini, e a fisioterapeuta e instrutora de Pilates, Talita Monique Morasi, desenvolveram um método de tratamento que une os benefícios da marcha do cavalo com a técnica do Pilates: o Horse Pilates.

 

Na Escola de Equitação Incitatus, onde são realizadas as sessões do novo método, as profissionais observavam que alguns praticantes não se encaixavam nem na equoterapia nem nas aulas de equitação. “Para que eles não ficassem de fora, desenvolvemos essa técnica. A diferença é que a equoterapia é mais voltada para reabilitação neurológica, enquanto o Horse Pilates, para o condicionamento físico”, explica Denise.

O conceito de Joseph Pilates, idealizador da técnica que leva seu nome, consiste na realização de exercícios que proporcionam a harmonização física e a integração entre corpo e mente. O passo do cavalo é um movimento ritmado, repetitivo e simétrico, com forças tridimensionais. O Horse Pilates é a união da biomecânica do cavalo com o Pilates.

O método é indicado a pessoas de todas as idades e de ambos os sexos. É indicado para aqueles que desejam ou precisam de correção postural, indivíduos que querem ganhar força e massa muscular ou que necessitam de maior contração muscular global para manter o equilíbrio. Além disso, após avaliação médica e fisioterápica, o Horse Pilates pode ser indicado a quem possui patologias de coluna, cardiológicas e respiratórias, bem como para estética corporal.

“O passo do animal realiza 180 ajustes tônicos por minuto no paciente, de uma forma global e harmônica”, destaca Adriana. Portanto, se os objetivos clínicos são o equilíbrio, a marcha, a postura, a coordenação motora, a amplitude dos movimentos dos membros e o ganho de força, o passo do cavalo é indicado, pois trabalha toda musculatura simultaneamente.

Para a prática do Horse Pilates há um colete especial para ajudar nos movimentos do paciente. Há ainda uma alça utilizada pelos fisioterapeutas para a realização dos exercícios, que auxilia no equilíbrio e dá segurança ao aluno. Para não machucar o cavalo, foi desenvolvida uma manta de espuma que não fere o dorso do animal.

O cavalo que mais se adequou ao método foi o da raça Bretão, originário da região da Bretanha, na França. O animal tem cernelha pouco pronunciada. O dorso e lombo largos são curtos e retos. Seu temperamento é dócil. “Foi trazido ao Brasil pelo Exército. Por isso, alguns o conhecem como ‘cavalo de tiro’”, diz Denise.

Após um ano de pesquisas com os pacientes, as profissionais garantem que são muitos os benefícios apresentados. Entre eles, estão as melhoras na flexibilidade, no equilíbrio, no tônus, na força muscular, na coordenação motora, na respiração, nas funções fisiológicas, na consciência corporal, na reeducação postural, na harmonia entre corpo e mente, no alívio das tensões e na otimização do desempenho esportivo.

Prática terapêutica e fitness

Os aspectos psicológicos também são favorecidos pelo Horse Pilates. A dona de casa Alair Terezinha Paranhos Estopiglia, de 78 anos, teve depressão e se sentia desanimada. “A cabeça não ficava boa e ainda tive problemas de coluna”, lembra. Há um ano, conheceu a técnica e hoje se sente outra pessoa. “Tenho me sentido muito bem”, diz. Uma vez por semana, ela vai à Escola de Equitação Incitatus para as sessões de 45 minutos.

Alair afirma que a depressão é coisa do passado para ela. Atualmente, a dona de casa garante ter ânimo para outras atividades. Tanto que se matriculou para fazer ginástica para a terceira idade. “Todos dizem que eu estou diferente após começar o Horse Pilates.” Ao ingressar nas sessões da nova técnica, Alair teve a sua primeira experiência com cavalo. “Deveria ter descoberto antes”, brinca. “Nesta idade, se nós não fizermos nada, enferrujamos.”

A bióloga Michele Milvia Santoro Lyra, por sua vez, decidiu sair da academia e dedica-se somente ao Horse Pilates. O intuito é apenas para fitness. “Quero fortalecer o abdome, melhorar o alongamento e a postura”, destaca. Há seis meses na técnica, ela não se arrepende de ter optado por fazer exercícios com cavalo. “É bem mais prazeroso. O contato com os animais e estar ao ar livre colaboram com o rendimento.”

O instrutor de equitação Henrique de Campos Hoppmann operou o ombro e recorreu ao Horse Pilates para a recuperação. “Só fiz a fisioterapia tradicional no pós-operatório. Depois, optei por esta nova técnica”, diz. Além dos cuidados com o ombro, Hoppmann utiliza o tratamento para alongamento, correção postural e conscientização corporal. “O Horse Pilates auxilia bastante na minha profissão”, destaca.

Marcha do equilíbrio

De acordo com as idealizadoras do Horse Pilates, o cavalo é um instrumento de trabalho sem igual. O exercício em cima do animal em movimento é intensificado, pois o paciente precisa manter o equilíbrio e fazer força para não cair.

No Pilates, explica a fisioterapeuta e equoterapeuta Adriana Magrini, os exercícios trabalham a musculatura profunda do abdome. No Horse Pilates, isso é potencializado, porque há a força do equilíbrio. “São três vetores de forças agindo no corpo, aliados à respiração”, destaca.

Andar a cavalo proporciona uma postura correta. Com o auxílio das profissionais, o paciente consegue realizar os exercícios propostos e aumentar a concentração, fundamental para manter-se em cima do animal. A técnica também contribui para a regularização da bexiga e do intestino. Com o aumento do aporte sanguíneo, há um benefício no funcionamento desses órgãos, com uma maior irrigação de sangue. A incontinência urinária, por exemplo, ocorre devido à perda da elasticidade da bexiga. Com os exercícios sobre o cavalo, os órgãos se mexem e ficam mais elásticos.

Vantagens

Melhora na flexibilidade
Ganho de força muscular
Melhora no tônus
Melhora na coordenação motora
Reeducação postural
Melhora da consciência corporal
Harmonia entre corpo e mente
Melhora da função respiratória
Melhora das funções fisiológicas
Alívio das tensões
Otimização do desempenho esportivo

Indicações

Lesões da coluna (após avaliação médica e fisioterápica)
Adolescentes: para correções posturais
Indivíduos que queiram ganhar força e massa muscular
Praticantes e não praticantes de equitação (não precisa saber andar a cavalo)
Estética corporal
Patologias cardiovasculares e respiratórias (após avaliação médica e fisioterápica)

Como profissional de equoterapia formada pela ANDE sei os benefícios e a eficácia desse tratamento e acredito muito no pilates em cima do cavalo como um bom meio de condicionamento físico, estou com vontade de fazer para conferir.

Fonte: Revista Metrópole

www.horsepilates.com.br

 
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Adapted cold shower as a potential treatment for depression.

 

  Depression is a debilitating mood disorder that is among the top causes of disability worldwide. It can be characterized by a set of somatic, emotional, and behavioral symptoms, one of which is a high risk of suicide. This work presents a hypothesis that depression may be caused by the convergence of two factors: (A) A lifestyle that lacks certain physiological stressors that have been experienced by primates through millions of years of evolution, such as brief changes in body temperature (e.g. cold swim), and this lack of "thermal exercise" may cause inadequate functioning of the brain. (B) Genetic makeup that predisposes an individual to be affected by the above condition more seriously than other people. To test the hypothesis, an approach to treating depression is proposed that consists of adapted cold showers (20 degrees C, 2-3 min, preceded by a 5-min gradual adaptation to make the procedure less shocking) performed once or twice daily. The proposed duration of treatment is several weeks to several months. The following evidence appears to support the hypothesis: Exposure to cold is known to activate the sympathetic nervous system and increase the blood level of beta-endorphin and noradrenaline and to increase synaptic release of noradrenaline in the brain as well. Additionally, due to the high density of cold receptors in the skin, a cold shower is expected to send an overwhelming amount of electrical impulses from peripheral nerve endings to the brain, which could result in an anti-depressive effect. Practical testing by a statistically insignificant number of people, who did not have sufficient symptoms to be diagnosed with depression, showed that the cold hydrotherapy can relieve depressive symptoms rather effectively. The therapy was also found to have a significant analgesic effect and it does not appear to have noticeable side effects or cause dependence. In conclusion, wider and more rigorous studies would be needed to test the validity of the hypothesis.
PMID: 17993252 [PubMed - indexed for MEDLINE]
 
 
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Centros de Convivência dos Idosos investem em qualidade de vida
Cuiabá / Várzea Grande, 11/09/2009 - 10:54.

Da Redação

 
 

As atividades desenvolvidas nos Centros de Convivência para Idosos da Prefeitura de Cuiabá são apontadas como essenciais para um envelhecimento saudável. É um dos quesitos importantes para assegurar qualidade de vida a quem tem mais de 60 anos. Assunto na pauta da divulgação abordado da TV Record de Cuiabá, esta semana, em duas reportagens completas.

Os Centros de Convivência de Idosos de Cuiabá são referências no atendimento especializado e de qualidade porque dispõem de equipe completa de saúde (médicos geriatra e generalista, odontólogo, enfermeira, fisioterapeuta e psicólogo), além de manterem assistente social, monitor de trabalhos manuais, de dança sênior e jogos. Dois CCIs têm piscinas térmicas para hidroginástica e hidroterapia.Todos os atendimentos são inteiramente gratuitos.

Dois dos CCIs cuiabanos foram equipados com Academia de Ginástica especialmente desenvolvida para a terceira idade. A funcionalidade dos equipamentos instalados nessas academias foi pesquisada pelos técnicos da SMASDH para serem usados como aliados em tratamentos contra osteoporose, artrite, Mal de Parkinson e outras mazelas da idade.

Os estudos feitos em Maringá-PR comprovaram que, se usados adequadamente, esses equipamentos ajudam a fortalecer, alongar, aumentar a flexibilidade, a capacidade cardiorespiratória e a coordenação motora.

Idosos com mais de 60 anos, residentes em Cuiabá, interessados em participar das atividades podem procurar os CCIs para se inscreverem.Basta levar documentos de identidade com foto e comprovante de endereço, de 07h00minh ás 11h00minh e das 13h00min h ás 17h00minh.

Centro de Convivência dos Idosos Maria Inês, localizado á Avenida Curió 250, CPA III, Setor II.

 
   

Fonte. O documento

 
 
 
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Crianças e adolescentes com uma propensão a alergias correm um risco maior de apresentar episódios de asma quando usam piscinas cloradas. Segundo pesquisadores belgas, adolescentes que nadaram em piscinas cloradas frequentemente aumentam suas chances de ter asma ou rinite alérgica. Para aqueles que durante toda a vida somaram mais de mil horas de exposição à água clorada, o risco de asma é multiplicado por 15 vezes, e a rinite aparece 3,5 vezes mais nesse grupo.
 

   

Segundo Alfred Bernard, da Universidade de Louvain, em Bruxelas, se olharmos a população de adolescentes em geral não veremos uma associação clara entre água clorada e asma. Porém, se separarmos somente os que são atópicos, ou seja, com maior propensão a desenvolver alergias, essa relação fica muito evidente.



A observação dos especialistas veio do acompanhamento de estudantes de três escolas do sul da Bélgica: duas usavam o cloro como desinfetante da água e a outra utilizava um equipamento à base de cobre e prata para manter a piscina saudável.



Exames realizados nos adolescentes, que incluíam a dosagem da imunoglobulina E no sangue, mostraram que a exposição ao cloro não aumentava a sensibilidade para outros estímulos alérgicos. Mas quando se media o aumento da ocorrência de asma e de tosse nos estudantes que usavam piscinas cloradas, a asma aparecia 8 vezes mais, e estava diretamente relacionada ao tempo de exposição ao cloro.

Fonte. G1

 
 
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Banho de chuveiro pode fazer mal a pessoas com organismo debilitado

Cientistas dos EUA constataram que 30% de chuveiros pesquisados abrigam bactérias que provocam doenças pulmonares.

 

 

Cientistas americanos advertiram que o chuveiro pode oferecer um ambiente favorável para a contaminação por bactérias que causam distúrbios respiratórios. Os pesquisadores da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, examinaram 50 chuveiros de nove cidades em sete Estados americanos diferentes, inclusive Nova York e Denver, e constataram que 30% das peças apresentavam um risco potencial.

A quantidade de Mycobacterium avium era cem vezes maior do que a encontrada normalmente na rede hidráulica das cidades.

Esta bactéria forma um revestimento que adere ao interior do chuveiro e a água que sai pela peça pode lançar gotículas com grande concentração do micro-organismo no ar. Essas gotículas podem ser inaladas e penetrar nas partes mais profundas dos pulmões, dizem os pesquisadores.

Infecção inclui sintomas como cansaço, tosse seca, respiração difícil e fraqueza

"Se você receber um jato de água na cara quando ligar o chuveiro, provavelmente vai receber uma quantidade especialmente alta de Mycobacterium avium, o que não é muito saudável", afirmou o chefe da pesquisa, Norman Pace.

Esse pode não ser um problema para as pessoas saudáveis, mas aquelas que têm o sistema imunológico debilitado como os idosos, mulheres grávidas e enfermos podem ser suscetíveis a infecções.

Na pesquisa, publicada na revista "Proceedings da National Academy of Science", os cientistas dizem que as conclusões do estudo podem explicar por que tem havido um número maior de casos de infecções pulmonares desse tipo nos últimos anos. Eles dizem que as pessoas tendem a preferir o banho de chuveiro ao de banheira.

A infecção por Mycobacterium avium inclui sintomas como cansaço, tosse seca, respiração difícil e fraqueza.

Aparentemente, chuveiros de plástico podem abrigar mais bactérias do que os de metal, disse Pace.

Os chuveiros podem ser ainda uma rota para a propagação de outras doenças infecciosas como um tipo de pneumonia chamada "doença dos legionários", e distúrbios provocados pela bactéria Pseudomonas aeruginosa.

Banheiras aquecidas e piscinas de spas apresentam um risco de infecção semelhante, de acordo com a Agência de Proteção à Saúde da Grã-Bretanha.

Fonte. BBC

 
 
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Water Pilates para dores na coluna

As dores nas costas atingem cerca de 80% da população do mundo. Hérnias de disco, problemas posturais, artrose na coluna e problemas no nervo ciático. O mal não só diminui a qualidade de vida, como também impede a realização de algumas atividades cotidianas.

   

Um dos métodos que vem sendo explorado para eliminação da dor nas costas é o water pilates, a versão aquática do já difundido método de pilates. A fisioterapeuta Marcela Batistuta é instrutora da técnica e garante que os benefícios do exercício para a recuperação da doença são garantidos.

A especialista explica que inúmeros transtornos à coluna, entre eles a hérnia de disco, são causados por desgaste do disco vertebral, o que pode ser recuperado com o water pilates. “ O método trabalha força e equilíbrio na musculatura profunda, por meio de exercícios localizados no abdome e coluna. Os exercícios promovem uma oxigenação entre as vértebras, o que lubrifica e ajuda na articulação do disco vertebral, localizado entre elas”, informa Batistuta.

Além disso, conforme ressalta a fisioterapeuta, a técnica também corrige a postura, fortalecendo a região do abdômen. Isso faz com que haja uma redução significativa nas dores nas costas, já que em sua maioria elas são causadas por problemas posturais. “A postura trabalhada no water pilates gera fortalecimento e alongamento da musculatura, de forma correta e natural, eliminando padrões posturais inadequados, o que não só diminui a incidência de lesões como previne sua ocorrência”, esclarece.

Além disso, por serem realizados na água, os exercícios com a técnica – que são compostos por movimentos lentos – também não causam impactos nas articulações. A aula do water pilates, segundo a fisioterapeuta, tem o mesmo objetivo do pilates praticado no solo, sendo apenas adaptada para o ambiente aquático. “Mudamos a posição do corpo para manter a cabeça fora d’água, mas, os movimentos e músculos usados são similares ao original”, afirma Batistuta que acrescenta que se o método, por exemplo, utiliza bolas nos exercícios de solo, na piscina se adota o espaguete.

De acordo com a especialista, já na primeira sessão é possível observar os efeitos positivos com o método, mas os benefícios para postura e coluna são percebidos a partir do terceiro mês de aula. A frequência das aulas varia de duas a três vezes por semana para que esse resultado seja notado.

 
 

 

 
   

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