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O homem ao estar no meio aquático permite a explorar, de forma lúdica, uma prática corporal, resultando em prazer e satisfação, sendo assim, excelente opção de atividades recreativas.
O recreador depara-se, na sua vida profissional, com piscinas e complexos aquáticos em duas diversas áreas de atuação.
Até meados de 1980, as piscinas eram construídas, quase que de forma exclusiva, à prática dos desportos aquáticos, como a natação e o pólo aquático. Atualmente as piscinas são programadas para a prática desportiva e às atividades de lazer.
Ofertar as atividades recreativas e gerar o prazer do ser humano em contato com a água caracteriza papéis fundamentais da atuação profissional do recreador.
A Recreação Aquática também visa o desenvolvimento físico do praticante, mas seu objetivo principal é a prática de uma atividade que vislumbra a ludicidade, e não o treinamento das capacidades físicas.
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O profissional do lazer deverá adequar as atividades ao ambiente
aquático, estando atento a alguns detalhes importantes. Aí são eles:
1. Adaptação do jogo com relação à faixa etária;
2. A profundidade da piscina poderá ser um fator limitante de
deslocamento;
3. Certificar-se da segurança que a piscina proporcionará aos
participantes como pisos
escorregadios, por exemplo;
4. Ter conhecimentos básicos em primeiros socorros para casos
emergenciais;
5. Atenção e Segurança são palavras chaves do profissional aquático;
6. Dividir as equipes de forma homogênea, mantendo equilibradas;
7. Conhecer as regras dos jogos de forma precisa;
8. Explicações breves e objetivas;
Atuar como recreador aquático requer estudos e muita criatividade,
adaptar as atividades para as piscinas são para profissionais
competentes. E aí vai encarar?
Jogo do Bob esponja
Objetivo: Adaptação ao meio líquido e desenvolvimento da coordenação
motora global.
Materiais: Esponjas e duas tigelas.
É um jogo de estafetas. O grupo é dividido em duas equipes, sendo-as
dispostas em colunas. O primeiro jogador deverá estar com uma esponja na
mão, posicionado de frente à uma tigela que estará na borda da piscina.
Ao sinal do recreador, o jogador levará a esponja molhada até a tigela,
apertando-a e desejando toda a água nela contida. Passa-se a esponja
para o próximo jogador, e assim sucessivamente.
Quando todos os jogadores das equipes passarem pela esponja, verifica-se
qual tigela tem mais água. E assim declara-se a vencedora. Como variação
pode utilizar as camisetas ao invés das esponjas.BATATA-QUENTE AQUÁTICA
Objetivo: Desenvolvimento da coordenação motora global e atenção.
Materiais: Touca de Pano, aparelho de som e cds com músicas animadas.
Os jogadores dispostos numa grande roda. Ao inicio da música, o jogador
que estiver com a touca, deverá tirá-la e colocá-la na cabeça do colega
que estiver ao lado direito, e assim sucessivamente.
Quando parar a música o jogador que estiver com a touca nas mãos deverá
cumprir uma tarefa escolhida pela turma.
Moedas Aquáticas
Objetivo: Despertar o raciocínio lógico. Desenvolver a respiração
submersa e mergulho.
Materiais: Moedas de diferentes valores e óculos de natação.
Divide-se o grupo em duas equipes. As mesmas estarão dispostas fora da
piscina. O recreador deverá lançar na piscina moedas de diferentes
valores. Ao sinal de início, o primeiro jogador deverá mergulhar e
buscar a maior soma dos valores das moedas num tempo de 45 segundos. Ao
término de cada jogador faz-se a contagem dos valores e lança novamente
as moedas à piscina.
Todos os jogadores passarão por essa fase. E no final dá a somatória em
dinheiro de cada equipe, sendo vencedora a que contém maior valor
conquistado.
A Múmia
Objetivo: Desenvolver a coordenação motora e o equilíbrio.
Materiais: Dois lençóis
Os jogadores estarão dispostos em duas colunas. Cada equipe, em média
com 6 ou 8 jogadores, escolherá um jogador para se a múmia, que estará
enrolada dos pés ao peito com um lençol. Os demais componentes têm a
função de levar a múmia até o outro lado do campo de jogo.
A múmia estará deitada em decúbito dorsal (barriga para cima) sobre os
colegas, e não pode ser molhada. Ganhará a equipe que conseguir chegar
primeiro e com a múmia seca.
Garçom de toboágua
Objetivo: Visa o desenvolvimento do equilíbrio e velocidade.
Materiais: Piscina com toboágua, bandejas, copos de plásticos, medidor
de água em ml, papel em branco e caneta.
Ao sinal de início, o participante deverá escorregar pelo toboágua
segurando nas mãos uma bandeja com copos (de plásticos) cheios de água.
Vence o jogo quem chegar à piscina com a maior quantidade de água nos
copos.
Tiago Silva (Paçoca)
Educador Físico
Fonte - Portal da Educação
Física
Jogos Cooperativos
Os jogos cooperativos
surgiram da preocupação com a excessiva valorização dada ao
individualismo e à competição exacerbada, na sociedade moderna, mais
especialmente, na cultura ocidental. Considerada como um valor natural e
normal da sociedade humana, a competição tem sido adotada como uma regra
em praticamente todos os setores da vida social, temos competido em
lugares, como pessoas e em momentos que não precisaríamos, e muito menos
deveríamos. Agimos assim como se essa fosse a única opção.
Qual será o motivo que nos tem levado a competir em momentos que não
precisamos?
Hoje, já sabemos que tanto cooperação quanto competição são
comportamentos ensinados/aprendidos através das diversas formas de
relacionamento humano.
O que falta é uma nova postura do educador, treinador, ou seja, das
pessoas significativas na vida das crianças, pois sabemos que só haverá
uma mudança se as pessoas que são significativas na vida das crianças
mudarem a forma de como oferecem os jogos. Pois parece que, se falo de
jogo, tenho que falar de competição, criando erroneamente uma relação de
sinonímia entre as palavras.
Muitas pessoas inclusive acreditam que a graça do jogo está na
competição, quando sabemos que para a criança, tanto faz competir ou
cooperar, o que ela quer é se divertir.
Acho que os dois (cooperação/competição) devem fazer parte da vida. Só
devemos nos preocupar como passamos esse jogo, se colocarmos que vencer
é a única coisa que importa, que não interessam os meios que se usem,
então estaremos reforçando a cultura competitiva que nos cerca.
Se, ao contrário, mostrarmos que a pessoa é mais importante que o jogo,
estaremos fazendo a nossa parte, num movimento de transformação real,
tentando tornar o mundo um lugar melhor.
Os jogos cooperativos são jogos com uma estrutura alternativa, onde os
participantes, "jogam uns com os outros, ao invés de uns contra os
outros"
(Decore)
Joga-se para superar desafios e não para derrotar os outros, joga-se
para se gostar do jogo, pelo prazer de jogar. São jogos onde o esforço
cooperativo é necessário para se atingir um objetivo comum e não para
fins mutuamente exclusivos.
Tendo os jogos como um processo, aprende-se a reconhecer a própria
autenticidade e a expressá-la espontânea e criativamente. Jogando
cooperativamente temos a chance de considerar o outro como um parceiro,
um solidário, em vez de tê-lo como adversário, operando para interesses
mútuos e priorizando a integridade de todos.
Os jogos cooperativos são jogos de compartilhar, unir pessoas, despertar
a coragem para assumir riscos, tendo pouca preocupação com o fracasso e
o sucesso em si mesmos. Eles reforçam a confiança pessoal e interpessoal,
uma vez que, ganhar e perder são apenas referências para o contínuo
aperfeiçoamento de todos. Dessa forma os jogos cooperativos resultam no
envolvimento total, em sentimentos de aceitação e vontade de continuar
jogando.
Na realidade, existe uma aproximação muito estreita entre jogar
cooperativamente. Dependendo da orientação, da intenção e nas relações
estabelecidas no contexto do jogo, este poderá ser predominante
cooperativo ou competitivo tendo em geral, a presença de ambos.
O esforço em caracterizar comparativamente jogos cooperativos e jogos
competitivos, não tema a intenção de opor um ao outro. Ao contrário,
essa dedicação visa primeiramente, ampliar nossa percepção sobre as
dimensões que o jogo e o esporte nos oferecem como campo de vivência
humana. E, em segundo lugar pretende indicar que nos jogos e esportes,
bem como na vida, existem alternativas para jogar além das formas de
competição, usualmente sugeridas como única ou a melhor maneira de jogar
e viver.
Após tudo isto, ao reconhecermos o jogo e o esporte como um campo de
descoberta e encontro pessoal onde cooperação e competição são partes de
um todo existindo cada qual em sua justa medida nos tornemos capazes de
não mais separar para excluir, e sim, aptos para descobrir e despertar
competências pessoais e coletivas que colaborem para religar uns aos
outros e vivermos em comum unidade.
Carmem Regina Bastiani - Profª. Ed. Física
Abaixo mais tipos de
jogos e recreação
Melanciabol
Para crianças acima de 06
anos até adultos, diria principalmente adultos ,hehe. Como um jogo de
polo-aquático, dois times, ter o cuidado para ninguém levantar a
melancia, o objetivo é ir empurrando ela pra frente, ou através de
passes até enconchar na borda da piscina, onde toda parede serve de gol.
Por causa da densidade da melancia, ela às vezes mergulha, "some" e
aparece do nada em outro lugar...é super divertido. Quem aqui já fez
essa brincadeira? Pode-se passar vaselina na melancia para que a
brincadeira fique mais divertida ainda. Ou pode-se usar uma bola com
água dentro no lugar da melancia.
Procurando Nemo
Funciona da seguinte
maneira: 2 alunos formam uma casinha (segurando um nas mãos do outro
/^\) e um 3º sujeito fica no meio (/ô\). Não será feito um número exato
de casinhas, ou seja, alguns alunos terão que sobrar. Assim que o
professor falar: "Nemo procura casa", os que estão dentro das casinhas (Nemos)
terão que trocar de casa e os que estavam sem casa tem que procurar
alguma. Quem sobrar paga uma prenda, tal como: polichinelos, imitar um
gorila ou elefante, entre outros.
Variações:
- O professor pode falar: "Casa procura Nemo". Nesse momento os Nemos
ficam parados e as casinhas trocam de Nemo. O Nemo que sobrar paga
prenda.
- Quando o professor falar TSUNAMI, toda mundo troca de lugar. Nemo vira
casa, casa vira Nemo, trocam-se os trios.. é bem bacana.
OBS: Também dá super certo com crianças de 11 a 14 anos. Eles se
divertem muito.
Essa atividade é uma adaptação do Coelhinho sai da toca.
Brincadeira Jogando as
Bolas...
Duas equipes. Divida a piscina em duas, com a raia, cada equipe de uma
lado da raia...bem aí vc coloca quem tem mais adaptação do lado mais
fundo e quem tem menos adaptação, do lado mais raso.
Espalhe várias bolas dos dois lados...mas tem que ter bastante bolas, vc
pode por algum outro objeto, mas que não machuque ninguém se cair na
cabeça, eu ainda prefiro por só as bolas.
No comando do professor todos começam a jogar as bolas do lado
adversário, no apito do professor todos páram, todos tem que erguer os
braços, daí, o lado que tiver menos bolas marca ponto. Faça várias vezes
até sair um vencedor...
O mestre mandou
Essa brincadeira deverá ser
feita na parte rasa apenas. Distribua os alunos em 3 ou 4 colunas, mais
ou menos cinco pessoas em cada coluna. Peça para as pessoas olharem quem
está à sua volta, à sua direita, esquerda, à frente, e à trás.
Daí peça para todos fecharem os olhos.
Comece então à guiá-los:
Um passo, à frente, dois à direita, uma para trás, meia volta à sua
esquerda...vai fazendo vários movimentos, vai falando mais rápido...daí
peça à todos para abrirem os olhos...
E veja a surpresa!!! Tudo bagunçado, tudo misturado, sem contar as
trombadas que tiveram...hehehe
Marco Polo
Está brincadeira é pra faixa etária de 5 anos até pra adulto se quiser.
O professore cobre a lente do óculos de natação com fita isolante preta
(tipo cobra cega), escolhe um aluno pra ser o pegador, coloca o óculos e
pra saber onde esta os outros amigos o pegador tem que perguntar MARCO e
os outros responder POLO, através do som ele nada até pegar alguém e
transfere o óculos pra quem for pego, o pegador pode perguntar quantas
vezes quiser e todos tem que responder.
Coelhinho sai da toca
O grupo deve ser divididos em trios, sendo que dois integrantes ficarão
um de frente pro outro, de mãos dadas(toca), e o outro integrante dentro
da "toca".
Forma-se vários trios, e apenas uma pessoa ficará sem grupo, e esse dará
a voz de comando: COELHINHO, SAI DA TOCA!!!
Nessa hora todos os "coelhinhos" sairão da sua formação, procurando uma
nova toca(não pode repetir a toca), e aquele que deu a voz de comando,
entrará em uma toca, o que sobrar dará a nova voz de comando: COELHINHO,
SAI DA TOCA!!!
Variação, com a voz de comando: TOCA, SAI DO COELHINHO!!!
Nessa hora os coelhinhos ficam imóveis, e as "tocas" que serão trocadas,
de parceiros e novo "coelho". Quem sobrar, falará a próxima vez.
Mais uma variação, com a voz de comando: TERREMOTO!!!
Nessa hora, todos sairão da sua formação, construindo, novas "tocas" e
novos "coelhinhos" dentro delas. Quem sobrar que falará a próxima vez.
Mãe da rua
Um aluno é escolhido para ficar fora da piscina, na largura, os demais,
dentro da água, no comprimento, próximos a parede, metade de cada lado.
No comando do professor, esse aluno, que está fora da água, mergulha, e
todos os demais deverão trocar de lado, o primeiro a ser pego, será o
próximo pegador...fazer várias vezes.
Caça-números
Distribua vários números de E.V.A de um lado da piscina. Realiza-se uma
conta ex:15x5=?; dado o sinal o primeiro de cada equipe irá buscar o
resultado, vence quem chegar primeiro e com o resultado certo.
Pega Rabo
Material: construir tiras
de qualquer material como tiras de couro,plástico, algo maleável para
que sirva de rabo .
Duração: Costumo dar esta brincadeira nos últimos 5-10' da aula de
hidroginástica , podendo ser dada em eventos, com premiações.
Objetivo: da brincadeira é que cada um tente "roubar" o rabinho do outro
ao mesmo tempo que preserva o seu.
Parte Prática: Distribuir os "rabinhos"para cada participante. Todos
devem colocar seus rabinhos atrás no biquíni ou calção.
Os alunos devem estar afastados uns dos outros e ao sinal devem tentar
tomar para si o rabinho dos outros. O participante que perder o seu tem
ainda direito de tentar pegar o do outro para que a brincadeira não tome
muito tempo.Quem ficar por último com o rabinho será o campeão.
Geralmente faço esta brincadeira por 3 rodadas pois as alunas adoram
independente da faixa etária.Caso tenha bastante tempo , o professor
pode acrescentar a regra de que aquele que pegar o do outro e se tiver
perdido o seu , pode recolocar o rabinho que "roubou".
Pode-se também contar
pontos: Quem roubar mais rabinhos vence o jogo.
Observação: Esta brincadeira é muito boa para descontração em dias
monótonos de aula e no Deep Water é capaz de elevar muito a frequência
cardíaca das alunas, sendo um trabalho adicional em condicionamento .
Mas evite fazer a mesma brincadeira no mesmo mês. Pode cair na
monotonia. Esperamos por sua idéia também , obrigada ! Profa.Diana Primo
Mais brincadeiras
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http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=20676708
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